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- Falta de segurança nos postos de atendimento do Mercantil coloca trabalhadores em risco
Denúncias apontam ausência de vigilância armada, ameaças, agressões e condições inadequadas de trabalho em unidades do banco em diversas regiões do país A Contraf-CUT e as entidades representativas dos trabalhadores denunciam a grave situação de insegurança enfrentada por bancárias e bancários do banco Mercantil em postos de atendimento (PAs) espalhados pelo país. Relatos recebidos pelas entidades apontam que a ausência de vigilância armada tem exposto funcionários, clientes e usuários a constantes situações de risco. Segundo as denúncias, a falta de controle de acesso e de medidas adequadas de proteção tem transformado os locais de trabalho em ambientes marcados pelo medo, com registros de ameaças, agressões e episódios de violência contra trabalhadores. De acordo com Vanderci Antônio da Silva, coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil, a situação é resultado da negligência do banco com a segurança de seus empregados. “O movimento sindical repudia a negligência do banco, que prioriza o lucro e esquece da segurança e da integridade física e mental de seus funcionários e funcionárias”, afirmou. A insegurança enfrentada diariamente pelos trabalhadores se soma a outros problemas já denunciados pela representação dos empregados, como metas abusivas e sobrecarga de trabalho. O cenário agrava ainda mais os riscos à saúde da categoria bancária, que figura entre as mais afetadas por adoecimentos relacionados ao trabalho, especialmente transtornos de saúde mental. Para Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e dirigente do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região, a situação exige providências urgentes por parte da instituição financeira. “Bancárias e bancários estão assustados, trabalhando com medo de serem agredidos. Exigimos que o Mercantil tenha mais responsabilidade e adote medidas efetivas para garantir a segurança nas unidades. As denúncias dos trabalhadores são fundamentais para que possamos expor os problemas e cobrar soluções”, destacou. Fonte: Contraf-CUT
- Banco do Brasil apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi
Representação dos funcionários cobra maior participação do banco no custeio e defende solução que preserve os direitos do funcionalismo e a sustentabilidade da Caixa de Assistência Na manhã da terça-feira (23), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada de negociação com o banco sobre a Cassi, realizada no mesmo dia. Durante o encontro preparatório, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, apresentou um balanço dos debates e deliberações do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, realizado entre os dias 17 e 19 de junho. Segundo a dirigente, a principal preocupação dos delegados foi a sustentabilidade da Cassi, o que torna central a discussão sobre o modelo de custeio da entidade. Ela ressaltou, no entanto, que a solução para o financiamento da Caixa de Assistência precisa contemplar demandas históricas dos associados. “O debate no congresso deixou claro que a sustentabilidade da Cassi é uma prioridade para o funcionalismo. Mas também é fundamental encontrar soluções para questões pendentes, como o custeio do período pós-laboral dos colegas que ingressaram no banco após 2018 e a garantia de atendimento adequado aos funcionários oriundos dos bancos incorporados”, afirmou Fernanda Lopes. A coordenadora também destacou a preocupação das entidades com a realização de uma consulta ao corpo social em um momento que coincide com as negociações da Campanha Nacional dos Bancários e da renovação dos acordos coletivos da categoria. Diante da urgência para recompor as reservas da Cassi, os representantes dos trabalhadores defenderam que o Banco do Brasil realize um adiantamento de recursos, garantindo tempo adicional para a construção de uma solução definitiva para o custeio e para a elaboração de uma proposta de reforma estatutária que contemple temas pendentes, como adequação à Instrução Normativa ANS nº 649, atendimento às exigências da NR-1 e aperfeiçoamentos na governança da entidade. Proposta do banco é considerada insuficiente Na rodada de negociação realizada na terça-feira (22) à tarde, Fernanda Lopes lembrou que o banco ainda precisava responder à proposta apresentada pelas entidades em 9 de junho, que previa um aporte extraordinário para recompor as reservas da Cassi. Durante a reunião, a representação do banco fez um resgate das negociações realizadas desde abril de 2025 e destacou o impacto da diferença entre a inflação médica e a inflação geral sobre as contas da Caixa de Assistência. Em seguida, o BB apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,3 bilhões, valor considerado necessário para recompor as reservas da Cassi. O montante seria dividido entre banco e associados na proporção de 50,26% para o banco e 49,73% para o funcionalismo, com pagamento diferido em 18 meses. A proposta foi rejeitada pelas entidades representativas dos funcionários, que reiteraram a defesa de uma divisão mais equilibrada, com participação de 70% do banco e 30% dos associados. “A proposta apresentada pelo banco está muito distante das premissas defendidas pelo funcionalismo. Entendemos a necessidade urgente de recomposição das reservas, mas isso não pode ocorrer transferindo quase metade da responsabilidade para os associados. Seguiremos buscando uma solução que preserve a sustentabilidade da Cassi e respeite a capacidade contributiva dos trabalhadores”, destacou Fernanda Lopes. Como alternativa, os representantes dos funcionários propuseram que o Banco do Brasil inicie sua contribuição extraordinária já em julho, também parcelada em 18 meses, enquanto a participação dos associados seja discutida posteriormente, após consulta ao corpo social, com pagamento diferido em 12 meses. As entidades também defenderam a criação imediata de um grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma proposta de reforma estatutária da Cassi, a ser submetida aos associados ao longo de 2027. Diante do caráter inédito da proposta apresentada pelos trabalhadores, o banco não apresentou resposta durante a reunião. As partes ficaram de agendar uma nova rodada de negociação para a próxima semana. Fonte: Contraf-CUT
- Bancárias e bancários de Santa Catarina avançam no debate da Campanha Nacional 2026
Nesta terça-feira (22), bancárias e bancários tiveram a oportunidade de debater as Minutas de Reivindicações da categoria, aprovadas durante a 28ª Conferência Nacional dos Bancários, nos Congressos dos funcionários do Banco do Brasil e empregados da Caixa, e nos Encontros dos funcionários do Itaú, Bradesco e Santander. Durante a Plenária, o Coordenador da Fetrafi/SC, Marco Silvano, apresentou as principais alterações nas Minutas e, junto com os representantes de Santa Catarina nas Comissões de Empregados, respondeu às dúvidas dos participantes. A atividade marcou mais um passo importante da Campanha Nacional dos Bancários 2026, consolidando as prioridades que serão levadas à mesa de negociação com a Fenaban e os bancos públicos. Entre os principais pontos debatidos estão a reivindicação de reajuste salarial com reposição do INPC acumulado no período, acrescido de 5% de aumento real, além de avanços em cláusulas de proteção ao emprego, combate ao assédio moral organizacional e fortalecimento das políticas de saúde mental no ambiente de trabalho. Também ganharam destaque novas propostas voltadas à proteção contra assédio algorítmico, limitação da vigilância excessiva e maior participação dos trabalhadores na gestão de riscos ocupacionais. No caso do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, as minutas específicas trazem demandas como melhorias nos planos de carreira, valorização das funções comissionadas, ampliação de direitos para pessoas com deficiência e avanços em benefícios e condições de trabalho. Com o slogan “Feitos de Esperança Movidos pela Luta”, os bancários e bancárias iniciam o processo de negociação com os bancos, na expectativa de garantir reajuste nos salários e benefícios, melhores condições de trabalho e o fim do assédio e da cobrança abusiva de metas. Conheça as Minutas de Reivindicações 2026, acessando o site da Fetrafi/SC
- Entrega das reivindicações dos bancários(as) à Fenaban, à CEF e ao BB marcam o início das negociações da Campanha Nacional dos Bancários
Nesta quarta-feira, 24, foram entregues as minutas de reivindicações da categoria bancária à Fenaban, à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil, marcando o início formal do processo de negociação da Campanha Nacional dos Bancários. As minutas expressam as deliberações construídas e aprovadas pela categoria, reunindo reivindicações econômicas e sociais, além de pautas relacionadas às condições de trabalho, à saúde dos trabalhadores, à defesa do emprego, ao respeito à jornada, ao combate às metas abusivas e à valorização das bancárias e dos bancários. A entrega dos documentos representa um passo fundamental na campanha, pois formaliza junto aos representantes dos bancos as demandas debatidas pela categoria e abre a etapa de negociação, na qual serão discutidas as reivindicações apresentadas. A expectativa do movimento sindical é de que tanto bancos públicos quanto privados conduzam esse processo com seriedade e disposição efetiva para negociar, considerando a importância da categoria bancária para o funcionamento do sistema financeiro e os resultados expressivos obtidos pelo setor. A partir de agora, a mobilização da categoria segue sendo essencial para fortalecer a campanha e pressionar por avanços concretos nas negociações. A primeira rodada de negociação com a Fenaban ocorrerá no próximo dia 02 de Julho, em SP. Acesse as redes sociais e as páginas dos Sindicatos e participe da Campanha Nacional. Pelos bancários e bancárias e pelo Brasil.
- Categoria bancária entrega minuta de reivindicações à Fenaban
Encontro marca início oficial da Campanha Nacional Unificada 2026 para a reposição da inflação, reajustes salariais e outros direitos na Convenção Coletiva de Trabalho O Comando Nacional dos Bancários e das Bancárias entregou, na manhã desta quarta-feira (24), a minuta de reinvindicações para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O encontro marca oficialmente o início da Campanha Nacional Unificada para a reposição da inflação, reajustes salariais e outros direitos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que deve ter a assinatura renovada até a véspera da data-base da categoria, em 1º de setembro. A primeira mesa de negociação da Campanha Nacional Unificada também já tem data marcada. Será no dia 2 de julho, na capital paulista. "Esse é um documento construído coletivamente, a partir de conferências regionais, estaduais e com base na Consulta Nacional que, neste ano, teve a participação de cerca de 55 mil bancários e bancárias de todo o país", destacou a coordenadora do Comando Nacional e presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, completando que a minuta contém reivindicações gerais e de grupos específicos, a exemplo das pessoas com deficiência. “É o resultado de uma construção ampla”, pontuou. Juvandia ressaltou ainda que o Comando Nacional representa federações de todas as regiões do país, três centrais sindicais (CUT, UGT, Intersindical e CTB) e diferentes forças políticas. Os principais eixos da pauta de reivindicações da categoria são: 5% de aumento real no salário e nas demais verbas, como PLR, VA e VR; Fim das metas abusivas; Manutenção do formato atual da PLR (percentual do salário mais parcela fixa e adicional); Manutenção dos direitos conquistados; Manutenção da mesa única, da CCT para toda a categoria e dos direitos já conquistados; Defesa do emprego bancário; Defesa dos bancos públicos; Distribuição melhor dos ganhos da tecnologia, com o fim do monitoramento excessivo no teletrabalho, preservando a privacidade do bancário. A também coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro, ressaltou que a negociação da categoria bancária serve de parâmetro para outras categoriais. “Ao longo de anos, construímos uma CCT robusta em direitos sociais e com reajustes reais (acima da inflação). Temos, agora, nesta nova campanha de renovação da CCT, a expectativa de seguir avançando, não só nas pautas econômicas como também nas pautas sociais, na garantia do emprego bancário e do papel social e econômicos que os bancos precisam cumprir”, completou. Entre 2020 e 2025, o lucro líquido do Sistema Financeiro Nacional (SFN) cresceu 114%, com destaque para os bancos digitais, que registraram salto de 2.137% no lucro, seguido pelas cooperativas com 180% de aumento. No mesmo período, os bancos privados e públicos também mantiveram tendência de alta, com crescimento de 114% e 46%, respectivamente. Entretanto, apesar desse cenário de lucros multibilionários, os bancos seguem fechando agências e reduzindo postos de trabalho. "A luta da categoria bancária por valorização salarial e profissional é uma luta de distribuição dos lucros multibilionários do setor. Os cinco maiores bancos do país lucraram R$ 145 bilhões em 2025, e neste ano, só os três maiores bancos privados – Bradesco, Itaú e Santander – já obtiveram lucro de R$ 35 bilhões no primeiro trimestre, resultado 16% maior que do mesmo período do ano passado", reforçou Juvandia Moreira. A dirigente registrou ainda que, entre 2024 e 2025, foram fechados 14 mil postos de trabalho e mais de 1.300 agências foram encerradas pelos cinco maiores bancos. “Essa reestruturação está preocupando categoria, aumentando a insegurança sobre a manutenção do seu emprego, onde será o seu local de trabalho. Tudo isso estará em debate nessa campanha nacional”, arrematou. Consulta Nacional O Comando Nacional apresentou aos bancos os principais resultados da Consulta Nacional dos Bancários 2026, e que ajudou a nortear o conteúdo da minuta de reivindicações. Entre as cláusulas econômicas, a principal prioridade apontada pela categoria foi o aumento real de salário, indicado por 93% dos respondentes. Em seguida aparecem aumento da PLR, com 63%; aumento maior para o vale-alimentação e o vale-refeição, com 51%. “Esses resultados apontam que o aumento real, a recomposição salarial acima da inflação, é um fator importante para a categoria”, destacou Juvandia Moreira. A dirigente mostrou ainda que a Consulta Nacional, realizada entre os dias 17 de abril e 31 de maio, revela a preocupação da categoria com a saúde mental e combate ao assédio moral e outras formas de violência no ambiente de trabalho. Nas cláusulas sociais, a manutenção de direitos aparece como a principal prioridade, citada por 65% dos respondentes. Emprego foi indicado por 45%; plano de saúde, por 39%; combate ao assédio moral, por 35%; igualdade de oportunidades, por 24%; previdência complementar, por 19%; e impacto das inovações tecnológicas, por 17%. A consulta também revelou que 40% dos bancários usaram medicamentos controlados, como antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes, nos últimos 12 meses. Além disso, 72,6% afirmaram que o ambiente de trabalho no banco em que atuam traz impactos negativos para a saúde mental dos trabalhadores e trabalhadoras. Apenas 14,3% disseram que não há impactos negativos e 12,6% responderam que não sabem. Ultratividade O Comando Nacional também defendeu a assinatura de um pré-acordo para garantir a ultratividade da Convenção Coletiva de Trabalho, fundamental para dar segurança aos trabalhadores durante o processo de negociação. A ultratividade assegura a manutenção de todas as cláusulas e conquistas da categoria até a celebração de um novo acordo, preservando direitos e garantindo equilíbrio nas negociações. Lançamento da Campanha da Categoria Bancária 2026 Também nesta quarta-feira (24), ocorreu o lançamento digital da Campanha Nacional Unificada da Categoria com o tema “Bancárias e bancários feitos de esperança, movidos pela luta”. O secretário de Comunicação da Contraf-CUT, Elias Hennemann Jordão, explica que o objetivo da mote aprovado na 28ª Conferência Nacional dos Bancários e Bancárias é reforçar a defesa da vida, da dignidade e dos direitos na mobilização da categoria. “A campanha afirma que somos feitos de esperança porque acreditamos na capacidade de transformação da luta coletiva. Mas também deixa claro que essa esperança não é passiva: ela se move pela organização, pela mobilização e pela defesa concreta de salário, emprego, PLR, saúde, direitos e dignidade no trabalho”, completou. Quer acessar as notícias da Campanha Nacional Unificada 2026? Então, acesse este link, para participar da nossa comunidade e receba pelo WhatsApp as informações sobre a mesa única. Para acompanhar as negociações da mesa específica da Caixa, clique aqui. E, para a mesa específica do Banco do Brasil, aqui. Fonte: Contraf-CUT
- Funcionários do Banco do Brasil entregam minuta de reivindicações à direção do banco
Documento aprovado no 36º CNFBB foi protocolado nesta quarta-feira (24), na sede da Fenaban, em São Paulo, e servirá de base para as negociações da Campanha Nacional 2026 Representantes das funcionárias e dos funcionários do Banco do Brasil entregaram, nesta quarta-feira (24), a minuta de reivindicações da categoria à direção do banco. O documento foi protocolado na sede da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em São Paulo, e reúne as principais demandas aprovadas durante o 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB). Realizado entre os dias 21 e 23 de junho, o congresso reuniu cerca de 280 delegados e delegadas de todo o país, que debateram e aprovaram os eixos que irão nortear a Campanha Nacional dos Bancários 2026 no Banco do Brasil. As reivindicações estão organizadas em quatro grandes temas: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde. Entre as prioridades aprovadas pelos delegados e delegadas está a ampliação do quadro de funcionários por meio da realização de novos concursos públicos. A medida é considerada fundamental para fortalecer o papel público do Banco do Brasil, melhorar o atendimento à população e reduzir a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos trabalhadores nas unidades em todo o país. A defesa do papel público do Banco do Brasil também passa pela manutenção e pelo fortalecimento do atendimento presencial à população. Os representantes dos trabalhadores defendem a preservação da estrutura de atendimento bancário nas agências e a garantia de caixas em todas as unidades. Para a categoria, o banco não pode abrir mão de sua função social nem transformar suas agências em espaços voltados exclusivamente para a comercialização de produtos e serviços financeiros. Para a coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, a defesa da saúde dos trabalhadores e do papel público do banco estão entre as prioridades da campanha. “Os principais pontos da minuta de reivindicações que aprovamos foram em torno dos quatro eixos: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde, com foco na defesa do Banco do Brasil como banco público. Isso passa pela realização de novos concursos, pela melhoria das condições de trabalho e também pela manutenção do atendimento à população. Vamos cobrar que o banco pare de transformar agências em lojas e preserve a presença de caixas em todas as unidades, garantindo que a população continue tendo acesso aos serviços bancários de forma adequada. Também defendemos mais contratações por meio de concurso público, tanto para melhorar o atendimento quanto para reduzir a sobrecarga de trabalho. A gente não pode permitir que colegas adoeçam no ambiente de trabalho”, destacou. Segundo a dirigente, os debates realizados ao longo dos três dias de congresso fortaleceram o funcionalismo para enfrentar uma campanha que exigirá unidade e mobilização. “Foram três dias muito importantes, ricos em debates sobre condições de trabalho, saúde e previdência. O funcionalismo do BB sai daqui bem mais fortalecido para esta campanha, que será especialmente desafiadora neste ano”, completou. A entrega da minuta marca o início do processo de negociação entre a representação dos trabalhadores e a direção do Banco do Brasil para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a discussão das principais demandas específicas do funcionalismo. Quer acessar as notícias da Campanha Nacional Unificada 2026? Então, acesse este link, para participar da nossa comunidade e receba pelo WhatsApp as informações sobre a mesa única. https://chat.whatsapp.com/FjXsBIuHe9x68Xrvnnd5X9?s=sw&p=i&mlu=3 Para acompanhar as negociações da mesa específica do Banco do Brasil, clique aqui. https://chat.whatsapp.com/C4OIqkuLLwL0eYPaLcQHhO?s=sw&p=i&mlu=3 Fonte: Contraf-CUT
- Contraf-CUT entrega à Caixa minuta de reivindicações específicas dos empregados
Documento aprovado no 41º Conecef reúne propostas para Saúde Caixa, carreira, valorização, condições de trabalho, remuneração variável, Funcef e defesa da Caixa 100% pública Leia neste texto Minuta específica da Caixa foi entregue ao banco na manhã desta quarta-feira (24); Entrega ocorreu logo após a apresentação da pauta nacional da categoria bancária à Fenaban; Documento reúne reivindicações aprovadas no 41º Conecef, realizado entre os dias 17 e 19 de junho, em São Paulo; Pauta específica complementa a minuta nacional da categoria e orientará a negociação do ACT da Caixa 2026/2028; Entre os principais pontos estão Saúde Caixa para todos, fim do teto de custeio, mais contratações, valorização da carreira, regras transparentes para remuneração variável e combate às metas abusivas. Leia a íntegra do texto A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos entregaram à Caixa Econômica Federal, na manhã desta quarta-feira (24), a minuta de reivindicações específicas das empregadas e dos empregados do banco público para a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A entrega ocorreu logo após a apresentação da minuta de reivindicações de toda a categoria bancária à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O documento entregue à Caixa reúne as propostas aprovadas no 41º Congresso Nacional das Empregadas e dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), realizado entre os dias 17 e 19 de junho, em São Paulo. O congresso contou com 281 delegadas e delegados de todo o país e debateu 583 propostas vindas das bases, construídas nos encontros estaduais e regionais. A minuta específica será a base da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho Aditivo da Caixa para o período de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2028. O texto complementa a pauta nacional da categoria bancária, aprovada na 28ª Conferência Nacional dos Bancários, e reafirma a defesa dos direitos já conquistados no ACT vigente, além de apresentar novas reivindicações voltadas à realidade das unidades, áreas-meio, rede de atendimento, centralizadoras, matriz e demais espaços de trabalho da Caixa. Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, a entrega da minuta marca uma nova etapa da Campanha Nacional dos Bancários 2026 e expressa a construção coletiva realizada pela categoria. “A minuta que entregamos à Caixa não nasce de gabinete. Ela é resultado da escuta das bases, dos debates nos estados, das propostas apresentadas pelas empregadas e empregados e das deliberações do 41º Conecef. É uma pauta concreta, que trata dos problemas vividos no dia a dia do banco e aponta caminhos para valorizar quem trabalha, melhorar as condições de atendimento à população e fortalecer a Caixa como banco 100% público”, afirmou Felipe. Saúde Caixa está no centro da pauta Entre os principais pontos da minuta específica está a defesa do Saúde Caixa. As entidades reivindicam a garantia do plano para todos, inclusive na aposentadoria, também para os empregados admitidos a partir de 1º de setembro de 2018. A pauta também cobra o fim do teto estatutário de 6,5% da folha de pagamento para o custeio do plano e a garantia do modelo de financiamento 70/30, com 70% das despesas custeadas pela Caixa e 30% pelos beneficiários. O documento também propõe reajuste zero das mensalidades, contribuições e demais cobranças durante a vigência do ACT, além de medidas para assegurar atendimento adequado onde não houver rede credenciada suficiente. Outra reivindicação é que benefícios como a Escola Inclusiva, voltada a filhos com deficiência e/ou neurodivergentes, sejam custeados diretamente pela Caixa, com recursos próprios da empresa, e deixem de compor as despesas do Saúde Caixa. “Defender o Saúde Caixa é defender a saúde, a dignidade e a segurança das empregadas, empregados, aposentadas, aposentados e seus dependentes. A Caixa precisa assumir sua responsabilidade com o plano e retirar do estatuto o teto que ameaça a sustentabilidade do modelo solidário. Essa é uma reivindicação central da categoria e será tratada como prioridade na negociação”, destacou Felipe. Valorização, carreira e mais contratações A minuta também cobra valorização profissional, revisão dos planos de funções e cargos, correção de distorções nas carreiras, transparência nos processos seletivos internos e criação de critérios objetivos para progressão, promoção e acesso às funções. Entre as reivindicações estão o fim das designações por minuto para caixas, tesoureiros e avaliadores; a retomada de funções efetivas; o pagamento da quebra de caixa a todos os empregados que operam caixa ou manuseiam numerário; a criação de funções específicas para áreas como atendimento social, atacado, tecnologia da informação, RPVs e precatórios; além da equiparação de funções que hoje apresentam distorções salariais. A pauta também reivindica mais contratações, recomposição das unidades, abertura de novos concursos e respeito à estrutura de atendimento presencial da Caixa. O documento aponta que o fortalecimento da rede física é parte essencial da defesa da função social do banco, especialmente no atendimento à população que depende da presença da Caixa para acessar políticas públicas, crédito, benefícios sociais e serviços bancários. “A Caixa precisa parar de tratar a falta de empregados como um problema secundário. A sobrecarga adoece, prejudica o atendimento e compromete a missão pública do banco. Nossa pauta cobra contratação, carreira, valorização e condições reais de trabalho. Não existe Caixa forte sem empregados valorizados”, afirmou o coordenador da CEE/Caixa. Remuneração variável, metas e combate ao adoecimento Outro eixo da minuta trata da remuneração variável. As entidades reivindicam a revisão integral do programa Super Caixa, com retorno ao princípio “vendeu, recebeu”, garantia de critérios claros, objetivos, transparentes e previamente divulgados, além de tratamento isonômico entre rede, centralizadoras e matriz. A proposta veda mecanismos que impeçam ou reduzam o pagamento de premiações devidas, como penalizações baseadas em indicadores de satisfação de clientes, processos administrativos ou outros condicionantes que prejudiquem o acesso dos trabalhadores à remuneração variável. A minuta também defende que programas de metas, pontuação e bonificações sejam negociados com as entidades sindicais na mesa permanente. O documento ainda propõe medidas para combater práticas de pressão abusiva, rankings individuais, exposição vexatória de resultados, cobranças fora do horário de trabalho, competição interna predatória e instrumentos de gestão que contribuam para o adoecimento físico e mental das empregadas e empregados. “A categoria não aceita programas obscuros, com regras que mudam no meio do caminho, travas injustas e critérios que ampliam a pressão sobre os trabalhadores. A remuneração variável precisa ser negociada, transparente e justa. E nenhum programa pode servir para estimular assédio, metas abusivas ou competição adoecedora”, reforçou Felipe. Jornada, direito à desconexão e novas tecnologias A minuta específica também apresenta reivindicações sobre jornada e organização do trabalho. Entre os pontos estão a implementação da jornada de cinco horas diárias, sem redução salarial ou de direitos; a adoção progressiva da jornada 4x3; o efetivo controle da jornada; e o direito à desconexão, para impedir demandas fora do horário regular de trabalho. No campo das novas tecnologias, a pauta reivindica investimentos em sistemas, equipamentos e capacitação, além de regras para que inteligência artificial, automação e plataformas digitais sejam implementadas com debate prévio, treinamento, período de adaptação e sem prejuízo funcional aos empregados. A proposta também deixa claro que modelos digitais de atendimento não podem restringir o atendimento presencial nem ser usados como instrumento de controle abusivo ou cobrança indevida sobre os trabalhadores. Funcef, inclusão e proteção contra violência A pauta entregue à Caixa também inclui reivindicações relacionadas à Funcef, com defesa da transparência na gestão dos planos, fim do voto de minerva, solução para equacionamentos, preservação de direitos dos participantes e assistidos e fortalecimento da governança com participação dos trabalhadores. A minuta trata ainda de diversidade, inclusão, enfrentamento ao racismo, proteção às mulheres, direitos de pessoas com deficiência e neurodivergentes, além de mecanismos de prevenção e combate ao assédio moral, sexual e organizacional. Entre as propostas estão medidas de proteção às empregadas vítimas de violência, garantia de renda, acolhimento, acompanhamento, canais seguros de denúncia e mecanismos contra retaliações. Negociação permanente e respeito à representação dos trabalhadores A entrega da minuta específica ocorre em um momento decisivo da Campanha Nacional dos Bancários 2026. No pré-acordo de negociação apresentado à Fenaban, a Contraf-CUT defende a manutenção da data-base em 1º de setembro, a preservação das normas coletivas até a assinatura de novo instrumento, o acesso a informações, a boa-fé negocial, a negociação permanente e a realização de mesas específicas por banco, sem retirada de direitos. Para Felipe Pacheco, a Caixa precisa respeitar a mesa de negociação e apresentar respostas concretas às demandas da categoria. “A entrega da minuta abre formalmente o processo de negociação específica com a Caixa. Agora, esperamos que o banco sente à mesa com seriedade, boa-fé e disposição para construir soluções. A CEE/Caixa vai cobrar calendário, respostas e avanços. Mas a força da negociação virá, sobretudo, da mobilização das empregadas e empregados em todo o país”, afirmou. O dirigente destacou ainda que a campanha da Caixa estará articulada à pauta nacional da categoria bancária, que reivindica aumento real, valorização da PLR e dos vales, manutenção de direitos, defesa do emprego, combate ao assédio moral e às metas abusivas, proteção diante das novas tecnologias e fortalecimento dos bancos públicos. “A luta específica das empregadas e empregados da Caixa se soma à luta de toda a categoria bancária. Defender nossos direitos é defender a Caixa pública, o atendimento à população e o papel estratégico do banco no desenvolvimento do país. A unidade da categoria será decisiva para conquistar avanços”, concluiu Felipe. Quer acessar as notícias da Campanha Nacional Unificada 2026? Então, acesse este link, para participar da nossa comunidade e receba pelo WhatsApp as informações sobre a mesa única.https://chat.whatsapp.com/FjXsBIuHe9x68Xrvnnd5X9?s=sw&p=i&mlu=3 Para acompanhar as negociações da mesa específica da Caixa, clique aqui.https://chat.whatsapp.com/CLnWwnVXZyJ5yRxg3TAJp0?s=sw&p=i&mlu=3
- Banco do Brasil abonará horas dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo
Após solicitação do movimento sindical, banco informa que funcionários liberados para acompanhar as partidas não precisarão compensar as horas não trabalhadas Os funcionários do Banco do Brasil não precisarão compensar as horas referentes aos períodos de liberação para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A decisão foi comunicada pelo banco nesta segunda-feira (23), após solicitação apresentada pelo movimento sindical. Além de seguir as orientações da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para o funcionamento das agências nos dias de jogos do Brasil, o BB informou que irá abonar as horas não trabalhadas dos funcionários, garantindo que não haja necessidade de compensação posterior. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e dirigente sindical, Fernanda Lopes, comemorou a medida. “Depois da solicitação, o BB informou nesta segunda-feira aos funcionários que irá abonar as horas para que todos possam acompanhar os jogos. Mesmo que tenham demorado para tomar a decisão, o mais importante é que o pedido tenha sido atendido”, destacou. Horários de atendimento Conforme orientação da Fenaban aos bancos, quando as partidas da Seleção Brasileira tiverem início às 14h, as agências funcionarão das 9h às 12h. Nos jogos com início às 16h, o atendimento ao público será realizado das 10h às 14h. Já nas partidas marcadas para as 17h, as unidades abrirão às 10h e encerrarão o expediente às 15h. Para os empregados que atuam em agências e postos de atendimento, a recomendação é que sejam dispensados do trabalho com pelo menos uma hora de antecedência em relação ao início dos jogos. No caso dos trabalhadores em regime de teletrabalho, a orientação da Fenaban prevê o direito à desconexão entre, no mínimo, 30 minutos antes do início das partidas e até 15 minutos após o término dos jogos. Já os trabalhadores escalados para atividades presenciais nos dias das partidas poderão, sempre que possível, ser transferidos para o regime de teletrabalho ou ter garantida a mesma regra de liberação antecipada aplicada aos empregados das agências. Fonte: Contraf-CUT
- Categoria bancária aprova minuta de reivindicações para a Campanha Nacional Unificada 2026
Documento, construído a partir de ampla participação de trabalhadores e trabalhadoras de todo o país, será entregue nesta quarta-feira (24) à Fenaban, dando início às negociações para a renovação da CCT Bancários e bancárias de todo o país aprovaram, em assembleias realizadas entre segunda-feira (22) e terça-feira (23), a minuta de reivindicações da Campanha Nacional Unificada 2026 para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. A minuta é o resultado de debates da 28ª Conferência Nacional dos Bancários e Bancárias que, por sua vez, foi alimentada com as demandas vindas de conferências regionais e estaduais. A Consulta Nacional da categoria, que neste ano contou com a participação recorde de 54.952 respondentes, também contribuiu para a edição final do documento que será entregue pelo Comando Nacional dos Bancários e das Bancárias à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) nesta quarta-feira (24). "A partir desse ato oficial, ambas as partes definirão a agenda das mesas de negociação para reposição da inflação, reajustes salariais e outros direitos na Convenção Coletiva, que deve ter a assinatura renovada até a véspera da data-base da categoria, em 1º de setembro", explica Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional. "A unidade da categoria, que foi fundamental para a consolidação da minuta de reivindicações, continuará como um valor importantíssimo para que, nesta próxima fase de negociações, a gente mantenha as cláusulas já conquistadas e avance em novos direitos", completa a dirigente, que também é presidenta da Confederação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A seguir, os principais eixos da pauta de reivindicações que será entregue à Fenaban: 5% de aumento real no salário e nas demais verbas, como PLR, VA e VR; Fim das metas abusivas; Manutenção do formato atual da PLR (percentual do salário mais parcela fixa e adicional); Manutenção dos direitos conquistados; Manutenção da mesa única, da CCT para toda a categoria e dos direitos já conquistados; Defesa do emprego bancário; Defesa dos bancos públicos; Distribuição melhor dos ganhos da tecnologia, com o fim do monitoramento excessivo no teletrabalho, preservando a privacidade do bancário. Juvandia reforça que o cenário em que essa campanha acontece é desafiador. “Estamos em meio a uma grande reestruturação do sistema financeiro, em decorrência de avanços tecnológicos e da entrada e fortalecimento de novos atores (fintechs, instituições de pagamento e cooperativas). Esses são fatores que os bancos estão usando para justificar o fechamento de agências e a redução de postos de trabalho. Mas, com o auxílio técnico do Dieese, nós construímos uma pauta de reivindicações bastante consistente para defender o emprego bancário e ampliar as conquistas sociais e econômicas da categoria”, destaca. A dirigente explica ainda que a reestruturação resultante de um ambiente de maior competitividade e avanços tecnológicos não está trazendo prejuízos aos bancos. “Pelo contrário, os bancos continuam registrando lucros extraordinários. Então, a luta da categoria bancária por valorização profissional e reposição de perdas inflacionárias é uma luta de distribuição dos lucros multibilionários do setor, para que os bancos assumam suas responsabilidades sociais contra a concentração de renda e em favor do fim das desigualdades”, pontua Juvandia Moreira. Fonte: Contraf-CUT
- Representantes dos funcionários do Itaú entregarão pauta de reivindicações ao banco em 2 de julho
Documento aprovado no Encontro Nacional dos Trabalhadores do Itaú reúne demandas sobre saúde, emprego, teletrabalho e condições de trabalho e marcará o início das negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026 Representantes dos trabalhadores do Itaú entregarão, no próximo dia 2 de julho, a pauta de reivindicações específicas dos funcionários do banco à direção da empresa, dando início às negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026. O documento foi aprovado durante o Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú Unibanco, realizado em São Paulo. Para a coordenadora nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, o encontro demonstrou a unidade dos trabalhadores em torno dos principais desafios enfrentados pelos bancários e bancárias do banco. “Nosso encontro foi muito positivo, principalmente por aprovar uma pauta de reivindicações bastante completa, com propostas para enfrentar os principais problemas que estamos vivenciando no Itaú. A união demonstrada aqui vai fazer a diferença, e tenho certeza de que saímos ainda mais fortalecidos para continuar a luta e a defesa dos nossos direitos”, afirmou. Entre as principais preocupações da categoria está a questão da saúde. Segundo Valeska, o aumento dos casos de adoecimento entre os funcionários é consequência da pressão por metas, do assédio moral e da insegurança provocada pelo fechamento de agências. “A cobrança pelo cumprimento das metas, o assédio moral e o medo de perder o emprego diante do fechamento de tantas agências têm adoecido os funcionários. E o banco demonstra um descaso total em relação a isso, ao dificultar o afastamento dos trabalhadores que necessitam de tratamento de saúde”, destacou. Outro tema apontado pela coordenadora é a situação dos aposentados, que enfrentam dificuldades para manter o plano de saúde após o encerramento da vida laboral. “Quando o trabalhador se aposenta, muitas vezes não consegue manter o plano de saúde em razão dos custos, o que representa uma injustiça depois de tantos anos de dedicação ao banco”, ressaltou. Home office estará na pauta Além da entrega da pauta de reivindicações, os representantes dos trabalhadores pretendem discutir com a direção do Itaú as mudanças anunciadas pelo banco no regime de trabalho híbrido. Em comunicado feito ao movimento sindical nesta terça-feira (23), o Itaú informou que passará a exigir quatro dias presenciais por semana para superintendentes a partir de janeiro de 2027 e três dias presenciais por semana para os demais cargos a partir do primeiro trimestre de 2028. A medida foi recebida com preocupação pelos representantes dos trabalhadores. Segundo Valeska Pincovai, a defesa do home office estará entre os temas levados à mesa de negociação. “Vamos entregar, na próxima quinta-feira (2), nossa pauta de reivindicações, aprovada no Encontro Nacional dos Trabalhadores do Itaú, e vamos no mesmo dia conversar com o banco sobre esta medida”, afirmou. A dirigente destacou que os avanços tecnológicos devem resultar em benefícios para toda a sociedade e não apenas para o aumento dos lucros das empresas. “O movimento sindical defende que é preciso distribuir os ganhos da tecnologia para todos. Os avanços tecnológicos não podem ser usados apenas a serviço do lucro das empresas, mas devem ser usufruídos por toda a sociedade. E o trabalho em home office, que se tornou possível graças à tecnologia, é um ótimo exemplo de como essa distribuição dos benefícios tecnológicos pode ser feita. Estudos comprovam que o home office melhora a qualidade de vida do trabalhador em diversos aspectos e ainda promove ganhos para a empresa, porque trabalhadores satisfeitos produzem mais e melhor”, concluiu. Fonte: Contraf-CUT
- Campanha Salarial 2026
Campanha Salarial 2026 DOCUMENTOS Minuta da Pauta de Reivindicações da categoria bancária - 2026 Pré-acordo de negociação - 2026 Comparativo Minuta Geral 2024 x Minuta Geral 2026 Comparativo entre Minutas Banco do Brasil: 2024 x 2026 MINUTAS POR BANCOS Minuta Caixa - Campanha Salarial 2026 Minuta Banco do Brasil - Campanha Salarial 2026 Minuta Santander - Campanha Salarial 2026
- Representantes dos funcionários do Santander entregam minuta de reivindicações ao banco após encontro nacional
Minuta construída por delegadas e delegados foi protocolada na sede do Santander na segunda-feira (22) Na manhã desta segunda-feira (22), funcionárias e funcionários do Banco Santander entregaram ao banco a minuta de reivindicações construída coletivamente durante o Encontro Nacional dos Trabalhadores do Santander. A entrega foi realizada na sede do banco, em São Paulo. O documento reúne as principais propostas debatidas e consolidadas pelos delegados e delegadas que representaram as diversas regiões do país no encontro, realizado no Hotel Holiday Inn Parque Anhembi, na capital paulista. Entre as prioridades da pauta entregue estão a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), a valorização das remunerações e a melhoria das condições de trabalho. As reivindicações também incluem medidas para combater o fechamento de agências e a redução dos postos de trabalho, além de ações voltadas à diminuição da sobrecarga enfrentada pelos trabalhadores. Para Ana Marta Lima, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, a pauta aprovada pelos representantes dos trabalhadores expressa as principais demandas da categoria e será fundamental para a campanha deste ano. “Temos grande expectativa para a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A minuta construída coletivamente pelos delegados e delegadas reflete as necessidades dos trabalhadores do Santander e será a base das negociações e das mobilizações para garantir avanços e preservar direitos”, afirmou. A entrega formal da minuta ao banco marca o início da fase de negociações e mobilizações em torno das pautas prioritárias dos trabalhadores do Santander na Campanha Nacional dos Bancários 2026. Fonte: Contraf-CUT












