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  • Eleições da Funcef começam nesta terça-feira, 24

    Contraf-CUT apoia candidaturas do grupo Participantes Funcef A votação das eleições da Funcef começa nesta terça-feira (24), a partir das 10h, e segue, de forma contínua, até sexta-feira (27), às 18h. O voto é por cargo, e a Contraf-CUT apoia as candidaturas do grupo Participantes Funcef (veja abaixo os candidatos, suas propostas e realizações da gestão 2022-2026). O grupo é formado pelo atual diretor de Benefícios, Jair Pedro Ferreira, e um dos membros do Conselho Deliberativo, Selim Antônio de Salles Oliveira, como candidatos à reeleição. Sâmio Cássio, atual presidente do Conselho Fiscal, concorre à segunda vaga do Conselho Deliberativo. Neste período mais recente, com Jair, Selim e Sâmio na diretoria e nos conselhos a Funcef teve: Resultados financeiros consistentes; Pela primeira vez em mais de dez anos, aplicação dos resultados na melhoria dos benefícios; Redução de contribuições extraordinárias e alívio ao participante; Modernização da gestão; Avanço concreto na proposta de incorporação do REB; Reconhecimento, pela Caixa, de responsabilidades no pagamento do contencioso; Melhoria em todos os indicadores de atendimento; Fortalecimento da governança. As propostas do grupo representam o compromisso com os participantes, com avanço em transparência, participação e sustentabilidade. QUEM PODE VOTAR Têm direito ao voto, todos participantes ativos e assistidos maiores de 18 anos com benefício vitalício, que tenham se inscrito até 31 de janeiro de 2026 nos planos da Funcef. Para os casos de benefícios de pensão em que houver mais de um beneficiário, o mais velho é considerado o eleitor. A votação será feita exclusivamente pelo sistema de Autoatendimento da Funcef, que pode ser acessado pelo app, ou pelo site . VOTE CERTO São quatro cargos em disputa: a Diretoria de Benefícios; duas vagas de titular para o Conselho Deliberativo, com seus respectivos suplentes; e uma para o Conselho Fiscal, também com seu respectivo suplente. Para a Diretoria de BenefíciosVote 100 - Jair Pedro Ferreira Para o Conselho Deliberativo, vote duas vezes, 200 e 203Vote 200Selim Antônio de Salles Oliveira  (titular) e Ana Carolina Correa de Melo  (suplente) Vote 203Sâmio Cássio  (titular) e Maria de Jesus Demétrio Gaia  (suplente) Para o Conselho FiscalVote 300Jesse Krieger  (titular) e João Henrique Delibaldo  (suplente) Leia mais  sobre os candidatos, suas propostas e as realizações do período. >>>>>   Baixe o PDF do jornal de campanha >>>>>   Baixe o PDF do material de “boca de urna” Fonte: Contraf-CUT

  • Chapas apoiadas pela Contraf-CUT vencem eleições da Cassi e reforçam compromisso com os associados

    Com apoio de sindicatos e federações, Chapas 2 e 55 são eleitas para a gestão da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil As Chapas 2 (Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo) e 55 (Conselho Fiscal), apoiadas pela Contraf-CUT, sindicatos e federações, venceram as eleições da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), consolidando uma importante vitória para o funcionalismo do banco. A Chapa 2 recebeu 25.643 votos, enquanto a Chapa 55 obteve 23.777 votos, demonstrando a confiança dos associados em um projeto comprometido com a defesa da Cassi e de seu caráter solidário. O processo eleitoral, iniciado no dia 13 de março, contou com votação eletrônica até o dia 23, garantindo a participação de associados da ativa e aposentados em todo o país. Os eleitos assumem o mandato em 1º de junho de 2026 e seguem até 31 de maio de 2030. A eleição definiu representantes para parte da Diretoria Executiva e para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade, instâncias fundamentais para a gestão e fiscalização da Cassi. O direito dos associados de eleger metade da direção é uma conquista histórica dos trabalhadores do Banco do Brasil, que assegura participação direta na condução da Caixa de Assistência. Para a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, o resultado reafirma o compromisso dos associados com o futuro da entidade. “Parabenizamos os eleitos e desejamos que façam uma gestão responsável e comprometida, sempre valorizando o que mais importa: as associadas e os associados. A Cassi é uma conquista coletiva e precisa seguir sendo administrada com transparência, responsabilidade e foco no cuidado com as pessoas”, destacou. O secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., também ressaltou a importância do resultado. “Essa vitória representa o fortalecimento de um projeto construído pelos trabalhadores, que defende uma Cassi solidária, sustentável e voltada às necessidades reais dos seus participantes. Seguiremos acompanhando de perto a gestão, contribuindo para que a entidade continue sendo referência em cuidado e proteção à saúde dos funcionários do Banco do Brasil”, afirmou. “A Luciana Bagno, com certeza, junto com todos os componentes da chapa, irão fazer um trabalho para deixar a Cassi mais próxima do associado.” Fonte: Contraf-CUT

  • COE Bradesco debate PPR, educação e condições de trabalho em reunião com o banco

    Encontro realizado em 20 de março tratou do programa “Supera”, controle de jornada, projeto de auxílio educação e mudanças no conglomerado de saúde A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco se reuniu com a direção do banco na última sexta-feira, 20 de março, para discutir uma série de temas de interesse dos trabalhadores, com destaque para o Programa de Participação nos Resultados (PPR), iniciativas de qualificação profissional e questões relacionadas às condições de trabalho. Um dos principais pontos da reunião foi o debate sobre o programa de PPR “Supera”. A COE iniciou a discussão sobre a ampliação do programa, com a possibilidade de inclusão de novas áreas — Atacado, Wealth, Tesouraria e Pesquisa Econômica. Também foram tratadas questões relacionadas à renovação do acordo, assinado no ano passado. Entre as reivindicações do movimento sindical estão o aumento do valor fixo do PRB (Programa de Remuneração Bradesco, criado em 2025 e atrelado ao novo PPR "Supera"), a redução do percentual de ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) exigido para o pagamento do PRB e a inclusão das bancárias em licença-maternidade no recebimento do “Supera”. Além disso, foram levantadas preocupações sobre o cumprimento de metas, o esvaziamento de carteiras e a transparência no acompanhamento do desempenho individual. O banco se comprometeu a analisar os pontos apresentados e dar retorno à comissão. Outro tema abordado foi a plataforma “Único Skill”, relacionada ao auxílio educação. A COE questionou o banco sobre informações divulgadas na mídia, e o Bradesco esclareceu que se trata de um projeto piloto iniciado em dezembro de 2025, com duração prevista até junho de 2026. A iniciativa oferece bolsas de estudo para cerca de 5 mil trabalhadores, sendo 2 mil da rede e 1,3 mil da área de tecnologia. Caso os resultados sejam positivos, o banco afirmou que poderá discutir a ampliação do programa com a comissão, inclusive com a possibilidade de inclusão em acordo coletivo. A comissão também manifestou preocupação com a dispensa do controle de ponto eletrônico para um grupo específico de trabalhadores: os ocupantes do cargo de Gerente de Relacionamento Empresas, sob a justificativa de realização de trabalho externo. Para a COE, a medida é insegura e pode abrir margem para irregularidades. Com a implementação de um novo sistema que permite o registro de jornada via notebook, a representação dos trabalhadores solicitou a revisão da decisão. O banco informou que está avaliando o pedido. Durante a reunião, a COE ainda questionou o Bradesco sobre notícias relacionadas a mudanças no conglomerado de saúde do banco. A instituição esclareceu que as alterações não impactam os funcionários, seus benefícios ou a apólice da Bradesco Saúde, que permanecem inalterados. Segundo o banco, houve uma reorganização estrutural com a consolidação dos negócios de saúde sob a Odontoprev, que passará a atuar como uma holding, sob o nome BradSaúde. A proposta é simplificar a gestão, aumentar a eficiência e criar um ecossistema integrado, reunindo operadoras de planos, hospitais, laboratórios e plataformas tecnológicas. Para a coordenadora da COE Bradesco, Erica de Oliveira, o encontro foi importante para reforçar as pautas prioritárias da categoria. “Seguimos cobrando avanços concretos do banco, especialmente em temas que impactam diretamente a vida dos trabalhadores, como remuneração, condições de trabalho e acesso à qualificação. Vimos com muito espanto a questão da Único Skill, pois o pagamento do auxílio educação é uma das nossas bandeiras de luta mais antigas, da qual nunca abrimos mão. E queremos participar de todas as etapas desse processo”, destacou. Fonte: Contraf-CUT

  • Reta final das eleições da Cassi opõe projetos e reforça importância do voto consciente

    Entidades destacam compromisso com a ciência e a vida e orientam voto na Chapa 2 e na 55 As eleições da Cassi entram na reta final, mobilizando associados em todo o país para a escolha dos representantes que vão definir os rumos da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Mais do que uma simples disputa eleitoral, o processo evidencia diferenças profundas entre projetos e valores. De um lado, a defesa da vida, da ciência e da responsabilidade coletiva. De outro, posições que, no passado recente, colocaram em risco a saúde da população. As entidades sindicais que apoiam a Chapa 2 e a 55 reforçam que seu compromisso é com uma gestão responsável, baseada em critérios técnicos e no cuidado com os associados. Esse posicionamento não é novo. Durante a pandemia de Covid-19, o movimento sindical esteve na linha de frente na defesa de medidas que ajudaram a salvar vidas, como o isolamento social, o trabalho remoto e a proteção dos trabalhadores. Em um momento crítico, em que o país enfrentava milhares de mortes, essas ações foram fundamentais para reduzir impactos e preservar famílias. A defesa da ciência foi — e segue sendo — um princípio inegociável. Enquanto isso, setores chegaram a defender o uso de medicamentos sem eficácia comprovada, como a cloroquina, contrariando evidências científicas e colocando vidas em risco. Para as entidades, esse histórico precisa ser considerado pelos eleitores. A gestão de uma entidade de saúde como a Cassi exige responsabilidade, seriedade e compromisso com decisões baseadas em conhecimento científico. “Defender a Cassi é defender a vida. E isso significa, antes de tudo, respeitar a ciência e agir com responsabilidade”, destaca a coordenadora da Comissão dos Funcionários do Banco do Brasil, Fernanda Lopes. “Quem estiver à frente da Cassi, vai cuidar da nossa saúde e da saúde da nossa família, que é o bem mais precioso que existe”, completou. Com a votação em andamento e se aproximando do encerramento, o chamado é para que todos participem. O voto é decisivo para garantir uma Cassi forte, sustentável e comprometida com o bem-estar dos associados. Vote Chapa 2 e na 55. Fortaleça a Cassi e quem defende a vida. Fonte: Contraf-CUT

  • Fenacrefi apresenta estudo sobre perfil dos financiários, mas dados ainda são insuficientes

    Levantamento “Rosto dos Financiários” é resultado de negociação coletiva e deve trazer mais informações sobre diversidade, salários e condições de trabalho no setor A Federação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi) apresentou, na tarde desta terça-feira (17), o estudo “Rosto dos Financiários”, levantamento que tem como objetivo traçar o perfil dos trabalhadores do setor de crédito, financiamento e investimento. A pesquisa reúne informações sobre quem são os financiários, suas características profissionais e sociais, além de identificar demandas e percepções da categoria. A iniciativa é considerada estratégica para aprofundar o conhecimento sobre a realidade dos trabalhadores e orientar a atuação das entidades sindicais. O estudo é resultado da última negociação com o sindicato patronal das financeiras, que estabeleceu o compromisso de realização de um levantamento de informações setoriais. Prevista na cláusula 65 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), a iniciativa determina que as instituições apresentem, de forma individualizada, dados sobre seus empregados e as condições de trabalho no setor. Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) das Financeiras, Magaly Fagundes, o levantamento representa um avanço importante, mas ainda insuficiente diante das necessidades da categoria.“Esse é um começo importante para o reconhecimento da categoria. Conhecer o perfil dos financiários fortalece a nossa representação e qualifica o processo de negociação”, afirma. Magaly ressalta, no entanto, que o estudo ainda precisa avançar em pontos fundamentais. “Precisamos de mais informações, como o número de pessoas com deficiência, dados sobre trabalhadores afastados, os tipos de adoecimento relacionados ao trabalho e outros recortes que são essenciais para entendermos a realidade completa da categoria”, destaca. Ela também defende maior participação dos trabalhadores nas próximas etapas. “Nas próximas edições, queremos que a representação dos financiários participe de forma mais ativa em todo o processo, desde a construção até a discussão dos dados. Isso é fundamental para garantir mais transparência e aderência à realidade”, completa. Radiografia do setor O estudo, realizado entre julho e setembro de 2025, envolveu 71 instituições financeiras e apresenta um panorama detalhado do setor. Entre os principais pontos, está a concentração geográfica das empresas, com destaque para São Paulo (47%) e Brasília (28%). No recorte demográfico, o levantamento aponta equilíbrio de gênero, com 48% de mulheres e 51% de homens. No entanto, ainda há desafios em relação à diversidade racial: 62% dos trabalhadores se identificam como brancos, enquanto pretos e pardos somam 34% — percentual inferior ao observado na população brasileira. A pesquisa também revela um setor predominantemente jovem-adulto, com 76% dos profissionais entre 25 e 44 anos. Já os trabalhadores com 50 anos ou mais representam apenas 9% do total, indicando sub-representação dessa faixa etária. Modelo de trabalho e salários Outro destaque é a consolidação do modelo híbrido, adotado por 70% das empresas, refletindo mudanças estruturais no mundo do trabalho após a pandemia. Em relação à remuneração, o estudo mostra grande variação entre os cargos. Na gerência, quase metade dos profissionais recebe acima de R$ 20 mil. Já nas funções de base, como auxiliar e assistente, a maioria ganha entre R$ 3 mil e R$ 4 mil, evidenciando a desigualdade interna do setor. Os dados também apontam dificuldades na progressão de carreira: 48% dos trabalhadores não tiveram nenhuma promoção na empresa atual, enquanto apenas 5% registraram mais de três progressões. Desafios e próximos passos O levantamento indica que, embora o setor acompanhe tendências como o trabalho híbrido e o equilíbrio de gênero, ainda enfrenta desafios importantes, especialmente na ampliação da diversidade e na construção de políticas mais consistentes de inclusão. Para o movimento sindical, o estudo representa uma ferramenta essencial, mas que precisa evoluir. A expectativa é que os próximos levantamentos avancem na profundidade das informações e contem com maior participação da representação dos trabalhadores, fortalecendo as negociações e a luta por melhores condições de trabalho, valorização profissional e igualdade de oportunidades no setor. Fonte: Contraf-CUT

  • Sintrafi Floripa realiza ato contra as demissões do Bradesco no Dia Nacional de Luta

    A mobilização denuncia o fechamento de agências e a redução de postos de trabalho no banco Nesta terça (17), aconteceu o Dia Nacional de Luta contra as demissões do Bradesco. O protesto foi realizado em todo o país e questiona o fechamento de agências e a redução de postos de trabalho no banco. Em Florianópolis, a agência da Rua Tenente Silveira, no Centro, teve suas atividades paralisadas, com abertura atrasada até às 12h. Após a mobilização, a direção do sindicato dialogou com os bancários e bancárias, explicando os motivos do ato. A demissão de trabalhadores é injustificável diante do lucro recorde do Bradesco que, em 2025, alcançou R$ 24,6 bilhões. O corte de pessoal prejudica o atendimento à população e sobrecarrega quem permanece trabalhando. O Sintrafi segue na luta em defesa do emprego, das condições de trabalho e de um atendimento digno para a sociedade.

  • Itaú fecha agências, corta empregos e amplia pressão sobre bancários

    Dia Nacional de Luta denuncia impactos da reestruturação do banco, que combina lucros bilionários com redução do atendimento presencial Bancários de todo o país realizaram o Dia Nacional de Luta contra o fechamento de agências e as demissões no Itaú, denunciando os impactos da reestruturação promovida pelo banco sobre trabalhadores e a população. Clique aqui e veja as fotos do dia . Mesmo com resultados bilionários, o Itaú Unibanco segue reduzindo sua estrutura. Em 2025, a holding encerrou o ano com 82.693 trabalhadores no Brasil, após eliminar 3.535 postos de trabalho em 12 meses, sendo 916 apenas no último trimestre. No mesmo período, o banco fechou 319 agências físicas, enquanto ampliou sua base de clientes em 1,8 milhão, ultrapassando a marca de 100 milhões. Para o movimento sindical, os números escancaram uma contradição: o banco cresce, aumenta sua base de clientes e mantém alta lucratividade, ao mesmo tempo em que reduz o atendimento presencial e enxuga o quadro de funcionários. Superlotação e piora no atendimento O fechamento de unidades tem provocado superlotação nas agências remanescentes, com filas extensas, demora no atendimento e dificuldade para a resolução de demandas básicas. Clientes são obrigados a se deslocar para unidades mais distantes, que muitas vezes não possuem estrutura física nem número suficiente de trabalhadores para absorver o aumento da demanda. Sobrecarga e adoecimento A reestruturação também tem impactado diretamente os bancários. Dados apontam que 79% dos trabalhadores atingidos foram realocados — frequentemente em condições inadequadas —, enquanto 18% foram desligados e 3% pediram demissão diante da pressão. Relatos indicam aumento das metas, intensificação da cobrança por resultados e crescimento dos casos de adoecimento, como estresse, ansiedade e depressão. Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, a política adotada pelo banco é inaceitável. “Manifestamos profunda preocupação e repúdio diante do fechamento contínuo de agências promovido pelo Itaú. Não se trata apenas de uma decisão administrativa, mas de uma escolha que impacta diretamente a vida dos trabalhadores e da população. Os bancários estão cada vez mais sobrecarregados, adoecidos e submetidos a uma pressão constante por resultados. Ao mesmo tempo, o banco amplia seus lucros e reduz o atendimento presencial, prejudicando principalmente as regiões mais vulneráveis. O lucro não pode estar acima da dignidade humana. É preciso suspender esse processo, abrir diálogo com as entidades sindicais e garantir condições dignas de trabalho e atendimento de qualidade para toda a população” , afirmou. Exclusão bancária e falta de compromisso social O movimento sindical alerta que o fechamento de agências aprofunda a exclusão bancária, especialmente para idosos, pessoas com dificuldade de acesso à tecnologia e moradores de regiões periféricas. Diante desse cenário, a Contraf-CUT orienta os clientes prejudicados a registrarem reclamações nos Procons, denunciando problemas como superlotação e falhas no atendimento. A entidade reforça que seguirá mobilizada na defesa dos empregos, da saúde dos trabalhadores e de um modelo de atendimento bancário que atenda, de fato, às necessidades da população. Fonte: Contraf-CUT

  • Bancários de Criciúma realizam ato contra assédio moral em agência do Bradesco, em Içara

    Manifestação denuncia gestão baseada em humilhações, perseguições e adoecimento em massa; mais da metade do quadro estaria em tratamento médico O Sindicato dos Bancários de Criciúma e Região realizou um ato público na manhã desta terça-feira (17), em Içara, para denunciar um quadro sistemático de assédio moral que, segundo relatos, já levou mais da metade do quadro de trabalhadores a necessitar de tratamento médico. A manifestação, organizada com apoio do Sindicato dos Bancários de Criciúma e Região e movimento sindical, expôs práticas que incluem humilhações diárias, perseguição a quem não cumpre metas abusivas e deboche do sofrimento dos subordinados. Com cartazes e panfletos, os bancários chamaram a atenção de clientes e pedestres para o que descrevem como um "ambiente de trabalho tomado pelo medo". De acordo com as denúncias, funcionários chegam a "tremer e chorar" só de ouvir o nome do gerente geral ser chamado. "É uma gestão baseada na humilhação pública, na perseguição sistemática e na sobrecarga. O resultado é uma crise de saúde coletiva: mais da metade da equipe está em tratamento médico em decorrência da pressão psicológica", afirmou um dos bancários que participou do ato, mas preferiu não se identificar por medo de represálias. "Se não faz, ele coloca outro que faça" As denúncias apontam o gerente geral da unidade como o principal agente de um padrão de assédio moral que se repete diariamente. A ameaça de substituição é utilizada como principal ferramenta de coerção, com a frase "se não faz, ele vai colocar outro funcionário que faça" sendo repetida constantemente. Funcionários que se negam a cometer irregularidades para bater metas são perseguidos, enquanto os que apresentam sinais de sofrimento viram alvo de deboche. "Só se satisfaz quando vê que o funcionário está doente, debocha e tira sarro. Já fez comentários sobre mania e estresse de alguns dizendo que é bom que gosta de gente ligada, que faz, isso é bom", relatou um dos manifestantes. O comportamento descrito encontra decisões recentes da Justiça do Trabalho contra o Bradesco. Isolamento forçado e vigilância paranoica A denúncia também revela a imposição de uma cultura de isolamento. O gerente é acusado de proibir que colegas se ajudem mutuamente, utilizando frases de extremo teor agressivo como "deixa sofrer um pouco que é bom", "vou ter que sangrar alguém" e "te vira". Em diversas ocasiões, funcionários foram deixados sozinhos na agência, sem qualquer suporte, sob a justificativa de que "têm que se virar". A prática contraria normas de segurança e saúde no trabalho, além de ferir a dignidade dos empregados. Os relatos descrevem ainda uma vigilância paranoica: o gerente anda atrás dos funcionários, passa nas mesas para fiscalizar o que estão fazendo, vai até a cozinha para monitorar pausas e grita com frequência. Quem é flagrado sorrindo ou trocando palavras com colegas vira alvo de perseguição. As humilhações ocorrem também diante de clientes, quase que diariamente. O gerente é descrito como grosseiro com funcionários em público e já foi flagrado mandando clientes embora, com frases como "manda embora que isso só toma tempo". A agência estaria perdendo clientela justamente por causa da postura do gestor, e há relatos de que clientes já reclamaram do tratamento recebido. Pressão por metas e adoecimento em massa Um ponto de extrema gravidade é a proibição de atendimento a clientes digitais, que são represados porque o atendimento "não rende". O único caixa da agência teria sido proibido de abrir o caixa, numa tentativa de forçar o atendimento a ser direcionado apenas para o que o gerente considera "produtivo". A medida, além de ilegal, fere o Código de Defesa do Consumidor. A gestão é marcada por insinuações constantes de que os funcionários são "malandros" ou "enrolam". Frases como "esse teu servicinho fácil aí" ou "não tem nem o que fazer" são usadas para desqualificar o trabalho dos subordinados. Medo de represália e apoio sindical O resultado desse ambiente tóxico é um quadro de saúde devastador. Mais da metade dos funcionários da agência de Içara está em tratamento médico, e há relatos de que alguns já apresentam reações físicas ao estresse. O medo de represália, no entanto, impede que as vítimas denunciem formalmente. O banco possui um Canal Corporativo de Denúncias (0800 776 4820), mas os funcionários temem que qualquer reclamação seja identificada e resulte em perseguição ainda maior. A diretoria do Sindicato dos Bancários de Criciúma e Região participou do ato e se colocou à disposição para acolher os trabalhadores e buscar a apuração dos fatos junto ao Ministério Público do Trabalho. O ato desta terça-feira em Içara escancara uma realidade que, segundo entidades sindicais, persiste em diversas unidades do Bradesco pelo país: a utilização do sofrimento como ferramenta de gestão. Resta saber se, desta vez, o banco irá investigar a fundo ou se limitará a uma resposta institucional protocolar, enquanto mais da metade de seus funcionários adoece. Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de Criciúma e Região

  • Kisuco conquista vice-campeonato na IX Copa Sul Bancária de Fut7 representando o Sintrafi Floripa e a Fetrafi-SC

    Competição reuniu equipes do Sul do país em Porto Alegre e reforçou a integração entre bancários da região. A equipe do Kisuco, de Florianópolis, conquistou o vice-campeonato da IX Copa Sul Bancária de Fut7, realizada nos dias 14 e 15 de março, em Porto Alegre (RS). Na grande final, disputada na manhã de domingo (15), o time catarinense enfrentou o Benfica (PR), que ficou com o título ao vencer por 2 a 0, em uma partida marcada pelo equilíbrio e pela intensidade. Antes da decisão, foi realizado um jogo de exibição entre dirigentes dos sindicatos responsáveis pela organização do torneio, conforme imagem abaixo. Na partida entre os representantes do SindBancários de Porto Alegre e um combinado formado por dirigentes dos sindicatos de Curitiba, Florianópolis e Joaçaba, a equipe visitante levou a melhor e venceu por 3 a 0. Na disputa pelo terceiro lugar, União (RS) e Gralha Azul (PR) protagonizaram um confronto bastante equilibrado. A decisão acabou sendo definida nas cobranças de pênaltis, com vitória da equipe paranaense por 3 a 2, garantindo a terceira colocação. A competição teve início no sábado (14), com os jogos da fase classificatória. No Grupo A, o Gralha Azul (PR) venceu o Metropol (RS) por 6 a 2. Na sequência, o Kisuco (SC) derrotou o Metropol por 5 a 0 e confirmou a liderança do grupo ao vencer o próprio Gralha Azul por 3 a 1. Já no Grupo B, o Benfica (PR) começou sua campanha com vitória por 5 a 1 sobre o União (RS). Em seguida, o União superou o Meio Oeste (SC) por 4 a 3 em uma partida bastante disputada. Encerrando a fase classificatória, o Benfica voltou a campo e venceu o Meio Oeste por 8 a 1, garantindo vaga na final. Os dois dias de competição foram marcados pelo forte calor em Porto Alegre, exigindo ainda mais dos atletas. Mesmo diante das altas temperaturas, prevaleceram o espírito esportivo e o alto nível das partidas. Mais do que a disputa esportiva, a IX Copa Sul Bancária também reforçou a integração entre bancários da região Sul. A capital gaúcha recebeu equipes do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina em um encontro marcado pela convivência, pelo respeito e pela união da categoria. Após os jogos de sábado e também no encerramento de domingo, os participantes se reuniram em momentos de confraternização, celebrando não apenas os resultados em campo, mas principalmente a amizade e a integração entre os trabalhadores bancários. Ao final do evento, também foi anunciada a sede da próxima edição do torneio. A próxima Copa Sul Bancária de Fut7 será realizada em Florianópolis, tendo o Sintrafi Floripa como anfitrião do encontro que seguirá fortalecendo a integração esportiva e a convivência entre bancários da região Sul. Confira mais foto clicando AQUI

  • Eleições da Cassi começam nesta sexta-feira (13); associados podem votar por aplicativo, site e terminais do BB

    Funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil têm até o dia 23 de março para escolher seus representantes na Caixa de Assistência Começa nesta sexta-feira (13) o processo eleitoral da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, que vai escolher representantes para a Diretoria Executiva e para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade. A votação segue até o dia 23 de março e será realizada exclusivamente por meio eletrônico. Podem participar do processo os associados da Cassi — funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil — que estejam aptos a votar. O voto pode ser registrado de diferentes formas: pelo aplicativo da Cassi, pelo site da entidade ou pelos terminais de autoatendimento (TAA) do Banco do Brasil. Funcionários da ativa também podem votar pelo sistema interno do banco, o SisBB. Nas eleições, os associados escolhem seus representantes para parte da Diretoria Executiva e para os conselhos que participam da gestão e da fiscalização da entidade. O direito de eleger metade da direção e dos conselhos é considerado uma conquista importante do funcionalismo, pois garante participação direta dos associados na condução da Cassi. Os eleitos no processo terão mandato previsto de 1º de junho de 2026 até 31 de maio de 2030. Contraf-CUT apoia Com o lema “Cassi para os Associados”, as Chapas 2 (Diretoria e Conselho Deliberativo) e 55 (Conselho Fiscal) defendem uma gestão comprometida com a transparência, a sustentabilidade e a centralidade dos participantes nas decisões. A proposta é fortalecer o modelo assistencial, ampliar a Atenção Primária à Saúde (APS) e a Estratégia Saúde da Família (ESF), qualificar a rede credenciada e garantir responsabilidade na gestão dos recursos. Para a coordenadora da Comissão dos Funcionários do Banco do Brasil, Fernanda Lopes, o momento é decisivo para reafirmar o caráter solidário da entidade. “A Cassi é uma conquista histórica dos trabalhadores do Banco do Brasil. Não é apenas um plano de saúde, é um pacto de solidariedade e cuidado construído coletivamente. Por isso, é fundamental eleger representantes comprometidos com os associados, com a transparência e com a sustentabilidade da nossa Caixa de Assistência. Fortalecer a Cassi é garantir atendimento de qualidade hoje e no futuro”, afirma Fernanda. Fonte: Contraf-CUT

  • Acordo de PLR da Finep é aprovado em assembleias realizadas em cinco estados

    Trabalhadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Pará, Florianópolis e Ceará aprovaram o acordo referente ao exercício de 2025, após processo de negociação marcado por divergências com a gestão da empresa Os trabalhadores da Financiadora de Estudos e Projetos aprovaram, em assembleias realizadas nesta terça-feira (10), o Acordo de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) referente ao exercício de 2025. A decisão foi tomada em assembleias extraordinárias realizadas nas bases sindicais de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Pará, Florianópolis e Ceará. As assembleias foram convocadas após o processo de negociação da PLR entre a representação dos trabalhadores e a direção da empresa, marcado por divergências e críticas à postura da gestão. Durante as tratativas, representantes da categoria denunciaram o isolamento das negociações em relação ao calendário nacional dos bancários e uma condução considerada pouco transparente. Outro ponto de questionamento foi o fato de a negociação ter ocorrido apenas em 2026, embora o programa de participação nos resultados referente a 2025 já tivesse sido encaminhado anteriormente para instâncias de aprovação, o que gerou críticas da representação dos empregados sobre a forma como o processo foi conduzido. Apesar das dificuldades e dos poucos avanços nas negociações, a decisão final sobre o acordo foi submetida aos trabalhadores, que aprovaram o texto nas assembleias realizadas nas cinco bases. De acordo com Jair Alves, dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador das negociações, o processo reforça a necessidade de maior transparência e alinhamento com as regras que regem a participação nos resultados. “Defendemos que a Finep negocie no mesmo calendário da categoria, com transparência, participação dos empregados e respeito à Lei 10.101/2000. Também cobramos que, encerradas as negociações, a empresa esteja preparada para pagar a PLR sem qualquer atraso”, afirmou. Avanços obtidos na negociação Entre os pontos considerados avanços pela representação dos trabalhadores estão: Retificação da metodologia de apuração, reconhecendo o impacto da ocupação de funções comissionadas ao longo do ano, independentemente de sua incidência sobre o salário em 31 de dezembro; Compromisso de transparência com a divulgação da metodologia de cálculo; Pagamento da PLR para empregados cedidos a órgãos públicos. Ainda assim, a gestão da empresa promoveu alterações na redação de cláusulas, especialmente na que trata da parcela fixa da PLR. A representação dos empregados, com respaldo de assessoria jurídica, alertou que as mudanças introduzem dubiedade e podem abrir espaço para injustiças ou ilegalidades. A redação anterior vinha sendo adotada consensualmente há pelo menos quatro anos. Cobrança por novas negociações A Contraf-CUT encaminhará ofício à empresa solicitando a abertura de negociações no início de abril, no mesmo período em que a entidade inicia as tratativas com os demais bancos na Campanha Nacional. As entidades defendem que a Finep abra um canal de negociação simultaneamente ao calendário nacional da categoria e que realize os ajustes necessários para efetuar o pagamento da PLR logo após a conclusão das negociações. Fonte: Contraf-CUT

  • COE Itaú cobra transparência sobre plano de saúde, questiona fechamento de agências e discute renovação do acordo da CCV

    A reunião foi realizada na manhã desta quarta-feira (11), na sede do banco em São Paulo Representantes da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniram na manhã desta quarta-feira (11), na sede do banco, em São Paulo, para tratar de diversos temas de interesse dos trabalhadores, entre eles a renovação do acordo da Comissão de Conciliação Voluntária (CCV), o reajuste do plano de saúde, o fechamento de agências e problemas relacionados ao programa de metas GERA. O acordo da CCV vence em abril e, durante a reunião, os representantes dos trabalhadores solicitaram que o banco retome a homologação das rescisões nos sindicatos. Também foi pedida a inclusão, entre os itens analisados pela CCV, da manutenção do plano de saúde para trabalhadores que possuem doenças graves e estejam em tratamento, bem como a preservação das condições da taxa de crédito imobiliário para empregados desligados, como se ainda estivessem na ativa. Outro ponto importante da reunião foi o reajuste do plano de saúde. O banco apresentou os novos índices de aumento, alegando crescimento da sinistralidade. Segundo o Itaú, o reajuste será de 9,8% para a Fundação Itaú e de 10,37% para os beneficiários da Unimed. Os representantes dos trabalhadores contestaram os valores considerados abusivos, especialmente no caso dos aposentados, e criticaram a cobrança sem limite de coparticipação no plano dos trabalhadores da ativa. Também foi cobrada a correção do valor de reembolso, que segundo os dirigentes sindicais está defasado há anos. A COE solicitou ainda que o banco apresente os números reais dos gastos com o plano de saúde, para que seja possível compreender os motivos do reajuste nas mensalidades, e reivindicou a realização de uma mesa específica para discutir o tema. Durante o encontro, o banco também apresentou dados sobre o processo de fechamento de agências. Segundo o Itaú, 250 unidades foram encerradas em 2025 e outras 188 deverão ser fechadas até maio de 2026. Os representantes dos trabalhadores criticaram a falta de critérios claros para esses fechamentos e alertaram para o impacto social da medida, principalmente em cidades que estão ficando sem atendimento bancário presencial. Segundo a COE, aposentados e pessoas com dificuldade de acesso aos meios digitais são os mais prejudicados. Outro ponto levantado foi a situação dos trabalhadores das agências receptoras, que passam a lidar com aumento da demanda sem a estrutura adequada e com metas consideradas desproporcionais à nova realidade. O banco afirmou que está passando por um processo de reestruturação e mudança no modelo de atendimento e que estudos estão sendo realizados para definir novos formatos de relacionamento com os clientes. Segundo o Itaú, os próprios clientes têm participado de pesquisas sobre o tipo de atendimento desejado e haverá a criação de um segmento específico voltado para aposentados. A instituição também informou que 75% dos trabalhadores impactados pelo fechamento de unidades foram realocados em 2025. Para a coordenadora da COE Itaú, Valeska Pincovai, o movimento sindical continuará acompanhando de perto as mudanças implementadas pelo banco. “Estamos discutindo temas que afetam diretamente a vida dos trabalhadores e dos clientes. O fechamento de agências precisa ter critérios claros e responsabilidade social, porque muitas cidades estão ficando sem atendimento presencial. Também cobramos mais transparência nos números do plano de saúde e soluções para os problemas enfrentados pelos bancários no dia a dia das agências”, afirmou. Outro tema abordado na reunião foi o programa de metas GERA. A COE apresentou uma série de questionamentos relacionados ao funcionamento do sistema, como penalizações indevidas em casos de reclamações consideradas improcedentes, dificuldades no acompanhamento das metas, falhas na ferramenta “Fale com o GERA” e cobranças consideradas desproporcionais nas agências. Os representantes dos trabalhadores também apontaram problemas na remuneração variável, que está congelada há mais de dez anos, apesar do aumento das metas e da complexidade das funções. Além disso, foram relatadas inconsistências na pontuação das vendas, dificuldades operacionais no acompanhamento dos resultados e conflitos entre vendas realizadas nas agências e aquelas registradas pelo aplicativo. A COE também apresentou questões relacionadas ao programa Smart Pró, incluindo problemas nos critérios de avaliação, atrasos na implantação das ferramentas necessárias para o acompanhamento das metas e dificuldades operacionais enfrentadas pelos bancários. Segundo o banco, as demandas apresentadas serão analisadas e as respostas deverão ser apresentadas em uma próxima reunião, que ainda será agendada. Fonte: Contraf-CUT

Inovação para avançar
na luta pelos direitos 
dos trabalhadores

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