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- Contraf cobra retomada imediata da mesa de negociação da Cassi
Após meses sem avanços concretos, representação dos trabalhadores exige solução definitiva para o custeio do plano e igualdade de acesso aos funcionários do Banco do Brasil O movimento sindical e as entidades representativas dos funcionários do Banco do Brasil voltaram a cobrar a retomada imediata sobre a mesa de negociação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). Desde a última rodada de negociações, realizada em 11 de dezembro de 2025, não houve avanço efetivo na construção de uma solução estrutural para o custeio do plano de saúde. Na ocasião, representantes dos trabalhadores apresentaram propostas para reforçar o caixa e o capital regulatório da Cassi, incluindo o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas de 2026. O Banco do Brasil, entretanto, recusou o pedido e apresentou como contraproposta apenas a antecipação de três valores do 13º salário — medida considerada insuficiente pela representação dos funcionários. Passados vários meses desde aquela reunião, nenhuma nova proposta foi apresentada pelo banco, e o único movimento concreto foi justamente a antecipação parcial desses três valores, sem que houvesse avanço nas discussões estruturais sobre o financiamento do plano. Negociação paralisada preocupa trabalhadores A mesa de negociação havia sido instalada em 27 de novembro de 2025, quando as entidades sindicais já alertavam para a necessidade de garantir segurança financeira à Cassi e construir uma solução sustentável de longo prazo. Naquele encontro, o banco não apresentou alternativas para o custeio, comprometendo-se apenas a avaliar as reivindicações e retornar posteriormente com respostas — o que, até o momento, não ocorreu. Para as entidades representativas, o prolongamento do impasse gera insegurança para associados, prestadores e para o próprio futuro da assistência à saúde dos funcionários. Defesa do modelo solidário e igualdade de acesso O movimento sindical reafirma que a solução para a Cassi passa pela manutenção do modelo solidário do plano, com custeio na proporção de 70% para o patrocinador e 30% para os participantes, princípio histórico que garante sustentabilidade e acesso coletivo à assistência à saúde. Outro ponto central defendido pelas entidades é a inclusão, em igualdade de condições, dos funcionários oriundos de bancos incorporados e daqueles admitidos no Banco do Brasil após 2018, que hoje não possuem acesso ao plano nos mesmos moldes dos demais trabalhadores. Segundo a representação dos funcionários, a existência de diferentes regras de acesso fragiliza o modelo solidário e compromete o futuro da Cassi. Banco precisa assumir compromisso com a saúde dos trabalhadores A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, reforça que o banco precisa assumir responsabilidade direta na construção da solução. “O Banco do Brasil precisa se comprometer com uma resolução definitiva para o custeio da Cassi. São os funcionários que constroem o banco diariamente, e a saúde deve ser um compromisso institucional do BB com seus trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou. Para as entidades, a retomada urgente das negociações é fundamental para garantir estabilidade financeira à Cassi, preservar um dos principais direitos históricos do funcionalismo e assegurar tranquilidade aos participantes e seus familiares. O movimento sindical segue cobrando do Banco do Brasil a reabertura imediata da mesa de negociação, com apresentação de propostas concretas que assegurem sustentabilidade ao plano e valorização dos trabalhadores. Fonte: Contraf-CUT
- Santander reduz lucro no 1º trimestre de 2026 e mantém cortes de empregos e fechamento de unidades
Mesmo com queda no resultado, banco segue ampliando base de clientes enquanto reduz trabalhadores e estrutura física, aumentando a pressão sobre bancários O Banco Santander registrou lucro líquido gerencial de R$ 3,788 bilhões no primeiro trimestre de 2026, resultado 1,9% inferior ao obtido no mesmo período de 2025. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, a queda foi ainda maior, de 7,3%, já que o banco havia alcançado R$ 4,023 bilhões no quarto trimestre de 2025. Como reflexo da redução no resultado, o retorno gerencial sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado caiu para 16,0%, retração de 1,4 ponto percentual em doze meses. Segundo o relatório do próprio banco, a queda do lucro está relacionada à redução de 0,7% na margem financeira, impactada principalmente pela piora da margem com o mercado, devido à sensibilidade negativa ao aumento da taxa de juros e aos menores resultados da tesouraria. Apesar do desempenho no Brasil, o lucro global do grupo Santander atingiu € 3,56 bilhões no período, com crescimento de 12,5% em doze meses. O banco, entretanto, não detalhou qual foi a participação da operação brasileira nesse resultado. Crédito cresce, mas inadimplência avança A Carteira de Crédito Ampliada somou aproximadamente R$ 705,6 bilhões ao final de março de 2026, com alta de 3,4% em doze meses, embora tenha registrado leve queda de 0,4% em relação ao trimestre anterior. O destaque positivo foi o financiamento ao consumo, realizado majoritariamente fora das agências e direcionado principalmente ao financiamento de veículos, que cresceu 14,2% no período. No segmento pessoa física houve retração de 1,1% em doze meses, com crescimento no crédito imobiliário (+10,6%) e no cartão de crédito (+9,1%), mas quedas expressivas no consignado (-15,5%) e no crédito rural (-12,6%). Já no segmento pessoa jurídica, que avançou 4,3%, o saldo das grandes empresas cresceu 2,4%, enquanto pequenas e médias empresas apresentaram expansão de 9,9%. A inadimplência acima de 90 dias chegou a 3,3% no primeiro trimestre de 2026, alta de 0,2 ponto percentual no trimestre e de 0,5 ponto percentual em doze meses. O aumento foi puxado tanto pela pessoa física — cuja taxa alcançou 4,9%, especialmente entre clientes de menor renda — quanto pela pessoa jurídica, com destaque para empresas de menor faturamento, cuja inadimplência atingiu 6,0%. As despesas com provisões para devedores duvidosos (PDD) somaram R$ 5,828 bilhões. Embora tenham caído 7,7% em doze meses, cresceram 12,5% na comparação trimestral, acompanhando o aumento da inadimplência. Tarifas cobrem quase o dobro das despesas com pessoal As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 5,7% em relação a março de 2025, totalizando R$ 5,783 bilhões. Já as despesas de pessoal, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), caíram 3,6% no período, somando R$ 3,074 bilhões. Com isso, as receitas secundárias passaram a cobrir 188,1% das despesas com pessoal no primeiro trimestre de 2026, evidenciando que apenas a cobrança de tarifas já é suficiente para pagar quase duas vezes toda a folha do banco. Menos trabalhadores e menos agências Mesmo com expansão da base de clientes — que cresceu em 3,4 milhões em doze meses, alcançando 71,6 milhões — o Santander manteve a política de redução estrutural. A holding encerrou março de 2026 com 49.107 empregados, após o fechamento de 6.196 postos de trabalho em doze meses, sendo 554 apenas no primeiro trimestre deste ano. No mesmo período, foram fechadas 258 lojas e 225 postos de atendimento bancário (PABs). O movimento acompanha a estratégia declarada pelo próprio banco de consolidar-se como uma plataforma financeira cada vez mais digital, reduzindo a presença física e o quadro funcional. Trabalhadores seguem pagando a conta Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) Santander, Ana Marta Lima, os números revelam uma contradição entre a estratégia do banco e as condições de trabalho dos bancários. “Mesmo com lucro bilionário e crescimento da base de clientes, o Santander continua reduzindo empregos e fechando unidades. Essa política aumenta a sobrecarga, piora o atendimento à população e adoece os trabalhadores. Não é aceitável que a busca por rentabilidade aconteça às custas de quem produz os resultados diariamente”, afirma. A secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT e funcionária do banco, Rita Berlofa, também questiona as justificativas apresentadas pela instituição para a queda do lucro e da rentabilidade. Segundo a dirigente, os fatores apontados pelo Santander — como impacto dos juros e redução da margem financeira — afetaram igualmente os demais grandes bancos privados, que, ainda assim, mantiveram crescimento de resultados e rentabilidade. “Isso nos leva a questionar o modelo de gestão adotado pelo Santander, marcado por terceirização desmedida, fechamento de postos de trabalho e redução dos pontos de atendimento ao público. Ao que tudo indica, esse modelo não está funcionando, e quem acaba pagando a conta são os trabalhadores e os clientes”, avalia. Para Ana Marta Lima, os dados reforçam a importância da mobilização da categoria diante das próximas negociações coletivas. “Os bancários e bancárias garantem a expansão dos negócios e a digitalização do banco, mas não recebem o devido reconhecimento. É fundamental discutir emprego, condições de trabalho e valorização dos trabalhadores na mesa de negociação”, conclui. Fonte: Contraf-CUT
- FETRAFI-SC se reúne com representantes do Bradesco
Melhorias do Saúde Bradesco e Dental foi o tema abordado Nesta quinta-feira, 7, dirigentes da FETRAFI-SC se reuniram na sede da entidade com representantes do Bradesco para tratar dos diversos problemas enfrentados pelos colegas do Bradesco e seus dependentes em relação aos serviços prestados pelo Saúde Bradesco e Dental. Conforme levantamento realizado nas bases dos 10 Sindicatos que compõem a Federação e encaminhado ao banco, em diversos municípios do Estado foram apontadas a insuficiência na oferta em diversas especialidades médicas, além da ausência de credenciamento de clínicas e Hospitais para atendimento mais próximo da residência dos funcionários do Bradesco. Participaram da reunião os representantes de SC na Comissão dos Empregados do Bradesco, Magno Branco Pacheco (SEEB Criciúma) e Carlos Wilson de Souza (SINTRAFI Florianópolis), o Coordenador da Secretaria Geral da FETRAFI-SC, Marco Silvano, e dirigentes dos Sindicatos de São Bento do Sul, Blumenau, Araranguá, Videira e Florianópolis. Representando o setor de Relações Sindicais do Bradesco, a executiva Eduara Cavalheiro e representantes responsáveis pelo Saúde Bradesco, Saúde Bradesco Dental e da área de Benefícios. Conforme Magno Pacheco, o tema vem sendo tratado com o banco desde o primeiro levantamento apontando as dificuldades no atendimento aos colegas do Bradesco realizado em 2019, sendo grande a expectativa para que soluções sejam apresentadas pelas áreas responsáveis. De acordo com os representantes do Bradesco, a empresa reconhece as dificuldades apontadas, apresentando durante a reunião uma série de providências que tem sido adotadas visando melhorar o atendimento aos colegas e dependentes, como o credenciamento de novos prestadores em diversos municípios neste ano e os processos de negociação em andamento para contratação de Clínicas e atendimento Hospitalar. Porém, também foram relatadas as dificuldades enfrentadas, principalmente pela pequena oferta de serviços médicos em alguns municípios e os entraves considerando a exclusividade de vínculo de muitos profissionais, Clínicas e Hospitais com a UNIMED em Santa Catarina. Conforme acordado durante o encontro, as entidades seguirão acompanhando a efetividade das medidas e providências adotadas, e novas reuniões deverão ocorrer nos próximos meses com o objetivo de avaliar outras possibilidades e alternativas que tragam um melhor atendimento às famílias dos colegas do Bradesco. Ao final, os representantes dos trabalhadores afirmaram que a recente divulgação do resultado do Bradesco no trimestre demonstra o compromisso e esforço dos colegas bancários e bancários, assim como amplia a responsabilidade da empresa com a saúde e a melhoria das condições de trabalho. A 28ª Conferência Estadual dos Bancários e Bancárias de Santa Catarina aprovou Resolução em defesa da saúde dos trabalhadores e trabalhadoras e como prioridade central da Campanha Nacional 2026. O adoecimento da categoria não é um fenômeno isolado, mas resultado direto do modelo de gestão dos bancos, baseado em metas abusivas, pressão por resultados, controle permanente, vigilância tecnológica e assédio moral organizacional.
- Bradesco amplia lucro no 1º trimestre de 2026 enquanto mantém cortes de empregos e fechamento de agências
Banco registra crescimento de 16,1% no lucro recorrente e melhora da rentabilidade, mas segue reduzindo postos de trabalho, estruturas físicas e ampliando a sobrecarga dos bancários O Banco Bradesco encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido recorrente de R$ 6,811 bilhões, crescimento de 16,1% em relação ao mesmo período de 2025 e alta de 4,5% na comparação com o trimestre anterior. O resultado representa o nono trimestre consecutivo de aumento do lucro, segundo relatório divulgado pela instituição. Apesar do desempenho financeiro positivo, o banco manteve o processo de reestruturação, com redução do quadro de pessoal e da rede física. Em doze meses, foram eliminados 3.017 postos de trabalho — sendo 3.131 entre bancários — e fechadas 346 agências, além de 1.053 postos de atendimento (PA e PAE) e 15 unidades de negócios. Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, Érica de Oliveira, os números evidenciam a contradição entre os resultados recordes e o impacto sobre trabalhadores e clientes. “Trimestre após trimestre, os números do banco e dos acionistas só melhoram. Para os clientes, vemos cada vez menos agências. Para os bancários, aumenta o volume de tarefas e de responsabilidades, já que o número de trabalhadores continua diminuindo. O banco segue no seu processo de reestruturação e nós seguimos reafirmando nossas pautas: mais bancários e mais agências para garantir melhor atendimento à população”, afirma. Leia aqui os destaques completos feitos pelo Dieese O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou 15,8%, com avanço de 1,4 ponto percentual em doze meses. De acordo com o banco, o desempenho positivo foi impulsionado pelo crescimento das receitas em todas as linhas de negócio, com destaque para a evolução da margem financeira com clientes (+16,3%), mercados (+19,7%) e seguros (+20,4%). Crédito cresce e carteira ultrapassa R$ 1 trilhão A carteira de crédito expandida apresentou crescimento de 8,4% em doze meses, somando R$ 1,090 trilhão em março de 2026. No trimestre, o avanço foi praticamente estável, com alta de 0,1%. O segmento pessoa física cresceu 9,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando aproximadamente R$ 474 bilhões. Entre os destaques estão o CDC e leasing de veículos (+25,4%), crédito rural (+17,5%) e cartão de crédito (+10,6%). Já a carteira pessoa jurídica avançou 7,6% em doze meses, totalizando R$ 615,9 bilhões, embora tenha registrado retração de 1,1% no trimestre. O crédito para grandes empresas cresceu 3,3% no período anual, enquanto o financiamento para micro, pequenas e médias empresas expandiu 14,4%. A inadimplência superior a 90 dias ficou em 4,2%, com leve aumento de 0,1 ponto percentual em doze meses. As despesas com provisões para perdas esperadas cresceram 24,1%, impactadas por casos pontuais no segmento de atacado, operações antigas de crédito rural e programas emergenciais. Tarifas seguem cobrindo despesas com pessoal As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias somaram R$ 7,9 bilhões, alta de 8% em doze meses. As despesas de pessoal, já considerando o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cresceram 4,1%, chegando a quase R$ 6,6 bilhões. Com isso, as receitas secundárias do banco foram suficientes para cobrir 119,1% das despesas com pessoal, evidenciando a forte contribuição das tarifas para a sustentação dos resultados da instituição. Redução de empregos e estruturas continua A holding encerrou março de 2026 com 80.348 empregados, sendo 68.822 bancários. Apenas no primeiro trimestre deste ano, houve fechamento de 1.747 vagas, sendo 1.728 de bancários. A rede física também encolheu, encerrando o período com 1.938 agências, 1.723 postos de atendimento e 706 unidades de negócios em funcionamento. Mesmo com a redução da estrutura, a base de clientes cresceu 500 mil em doze meses, alcançando 110,3 milhões. No trimestre, porém, houve redução de 200 mil clientes. Consulta Nacional debate emprego e condições de trabalho A discussão sobre melhores condições de trabalho e defesa do emprego também está presente na Consulta Nacional dos Bancários 2026, organizada pelo movimento sindical bancário. O questionário aplicado à categoria inclui perguntas específicas sobre o tema. A Contraf-CUT orienta que bancárias e bancários participem da consulta, contribuindo com a definição das prioridades da campanha nacional da categoria. A participação pode ser feita pelo endereço: Consulta à categoria bancária 2026 Fonte: Contraf-CUT
- Todo apoio aos trabalhadores municipais em greve que foram injustamente demitidos
O Sintrafi Floripa declara seu total apoio aos quase 150 trabalhadores e trabalhadoras do serviço público municipal de Florianópolis contratados em caráter temporário (ACTs) que foram arbitrariamente demitidos pelo prefeito Topázio Neto. A decisão foi publicada no Diário Oficial nesta quarta, 6, e representa uma represália à greve dos servidores, que cobram reajuste salarial. A decisão do governo municipal ataca a livre organização dos trabalhadores e um direito constitucional de organização e luta. Greve é uma forma extrema e legítima de cobrar valorização e melhores condições de trabalho. A postura do prefeito Topázio mostra o seu desrespeito com quem se dedica ao serviço público da cidade. O Sintrafi Floripa e os trabalhadores do setor financeiro da Grande Florianópolis estão unidos ao Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem), somando forças nesta luta em defesa dos trabalhadores e do direito de lutar. O sindicato convoca todos e todas para participarem do grande ato em apoio à greve, que acontecerá nesta quinta, 7, às 14h, na Praça Tancredo Neves, em Florianópolis. Mexeu com um trabalhador, mexeu com toda a classe trabalhadora!
- Engajamento e mobilização para a Consulta Nacional é fundamental para sucesso da Campanha Nacional da categoria
Contraf-CUT ressalta importância das ações para estimular participação e reforça importância das respostas na definição da pauta da Campanha Nacional 2026 Neste texto você verá: Consulta Nacional entra em fase de engajamento; Objetivo é ampliar a participação da categoria bancária; Temas abordam salário, emprego, saúde, metas e tecnologia; Respostas definem prioridades da Campanha Nacional 2026; Mobilização nas bases é fundamental para fortalecer a pauta. A Consulta Nacional dos Bancários 2026 entrou em uma etapa decisiva. As entidades representativas da categoria iniciaram a fase de engajamento, com foco em ampliar a participação dos trabalhadores e trabalhadoras. Até o dia 31 de maio, bancários e bancárias devem dizer quais são suas prioridades para a Campanha Nacional 2026. A participação é rápida é fácil. Basta acessar o link (Consulta à categoria bancária 2026 ) e, em poucos minutos, responder ao questionário. Entidades sindicais de todo o país devem estimular a participação contínua da categoria, reforçando que cada resposta contribui diretamente para a construção da pauta de reivindicações que será levada à mesa de negociação com os bancos. Mobilização com foco no dia a dia da categoria Para aumentar a adesão à consulta, a estratégia de comunicação nas duas semanas seguintes é priorizar conteúdos conectados com a realidade vivida pelos bancários e bancárias. Entre os principais temas abordados estão: Salário, PLR e valorização da remuneração; Emprego e manutenção de direitos; Metas e condições de trabalho; Saúde física e mental; Impactos da tecnologia e da inteligência artificial no setor. A proposta é aproximar o debate da rotina da categoria e evidenciar como esses temas impactam diretamente o cotidiano nas agências e departamentos. Participação individual fortalece a luta coletiva A Consulta Nacional é mais do que uma pesquisa. Trata-se de um instrumento fundamental para transformar a percepção individual em força coletiva organizada. Quanto maior o número de respostas, maior será a capacidade de as entidades representarem, com precisão, os anseios da categoria na Campanha Nacional. “É essencial que os bancários e bancárias compreendam que sua participação tem impacto direto na negociação. O que é respondido agora se transforma em pauta concreta”, reforça a presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira. Engajar é mais do que divulgar A estratégia desta fase também reforça que não basta divulgar a consulta, é preciso engajar e mobilizar. Por isso, dirigentes sindicais estão sendo orientados a intensificar a atuação nas bases, especialmente por meio de grupos de comunicação, com ações como: Incentivar o diálogo com os colegas de trabalho; Fazer perguntas diretas sobre as prioridades da categoria; Estimular quem já respondeu a incentivar outros colegas; Reforçar que a participação é rápida e pode ser feita em poucos minutos. A mobilização ativa é considerada fundamental para ampliar o alcance da consulta e garantir maior adesão. Mais participação, mais força na negociação Outro ponto destacado pelas entidades é o impacto direto da participação no fortalecimento da campanha. Quanto mais bancários participarem, mais representativa e forte será a pauta de reivindicações. Isso aumenta o poder de negociação da categoria diante dos bancos e contribui para a conquista e a manutenção de direitos. Participe! A Consulta Nacional está aberta e pode ser respondida de forma rápida pela internet. Acesse e participe: Consulta à categoria bancária 2026 Fonte: Contraf-CUT
- Banco Mercantil registra lucro recorde no 1º trimestre, mas trabalhadores cobram valorização e melhores condições
Resultado histórico reforça crescimento da instituição, enquanto representação dos empregados destaca a importância da valorização dos trabalhadores que sustentam o desempenho do banco O Banco Mercantil do Brasil (BMB) iniciou 2026 mantendo a trajetória de resultados históricos. No primeiro trimestre do ano, o Lucro Líquido Recorrente Gerencial — que desconsidera efeitos extraordinários — alcançou R$ 273,0 milhões, o maior resultado trimestral já registrado pela instituição. O valor representa crescimento de 13,6% em relação ao mesmo período de 2025 e avanço de 0,9% na comparação com o trimestre anterior, consolidando o 14º resultado recorde consecutivo do banco. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) permaneceu em patamar elevado, atingindo 42,7%, embora tenha apresentado redução de 3,7 pontos percentuais em doze meses, movimento explicado principalmente pelo forte aumento do patrimônio líquido da instituição. Leia aqui os destaques completos feitos pelo Dieese Os ativos totais do banco cresceram 37,6% em doze meses e 5,0% no trimestre, chegando a R$ 37,3 bilhões. Já o patrimônio líquido ultrapassou R$ 3,0 bilhões, com alta expressiva de 56,3% no período anual e 29,7% na comparação trimestral. A carteira de crédito, que representa 67,5% dos ativos do banco, alcançou R$ 25,2 bilhões, com crescimento de 32,7% em doze meses e 6,2% no trimestre. Cerca de 80% das operações foram originadas pelos canais digitais. Os principais destaques foram o crédito consignado, que avançou 51%, e o crédito pessoal, com crescimento de 32%. A inadimplência acima de 90 dias ficou em 3,3%, com aumento de 1,1 ponto percentual em doze meses. As despesas com provisões para perdas esperadas somaram R$ 377,0 milhões ao final de março de 2026, alta de 247,5% no período. As receitas com prestação de serviços totalizaram R$ 371,9 milhões, crescimento de 83,5% em doze meses. Já as despesas de pessoal, incluindo o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), atingiram R$ 231,2 milhões, alta de 17,7%. Com isso, as receitas de serviços cobriram 160,9% das despesas com pessoal. O banco encerrou o trimestre com 3.961 empregados e estagiários, após a criação de 373 postos de trabalho em doze meses e 102 novas vagas no trimestre. A rede de atendimento também foi ampliada, com a abertura de 39 unidades no período, totalizando 352 pontos de atendimento. A base de clientes cresceu em 1 milhão no último ano, alcançando 10 milhões de clientes. Para Vanderci Antônio da Silva, coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil, os resultados demonstram a solidez da instituição, mas também reforçam a necessidade de reconhecimento aos trabalhadores. “O banco segue batendo recordes consecutivos de lucro, o que evidencia o papel fundamental dos trabalhadores e trabalhadoras nesse desempenho. É essencial que esse crescimento venha acompanhado de valorização profissional, melhores condições de trabalho e distribuição justa dos resultados para quem constrói diariamente esses números. Mesmo diante do lucro expressivo e do esforço dos empregados, o Mercantil iniciou a semana promovendo demissões, o que consideramos um absurdo”, afirmou Vanderci. Segundo o dirigente sindical, o momento reforça a importância do diálogo permanente entre banco e representação dos empregados, especialmente diante do avanço da digitalização e da expansão da instituição. “O crescimento acelerado do Mercantil exige atenção às condições de trabalho, à saúde dos empregados e à qualidade do atendimento. O desenvolvimento do banco precisa caminhar junto com respeito, valorização e sustentabilidade nas relações de trabalho”, completou. Fonte: Contraf-CUT
- Itaú lucra R$ 12,2 bilhões no 1º trimestre, enquanto segue fechando postos de trabalho e agências
Resultado bilionário é impulsionado pelo crédito e pelas tarifas bancárias, mas vem acompanhado de redução do quadro de funcionários e aumento das despesas com inadimplência O Itaú Unibanco registrou lucro líquido gerencial de R$ 12,282 bilhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) no Brasil alcançou 26,4%, alta de 2,7 pontos percentuais em doze meses, evidenciando a elevada lucratividade do maior banco privado do país. De acordo com o relatório financeiro, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento de 4,5% da margem financeira com clientes, resultado do maior volume de crédito e da ampliação da participação de produtos mais rentáveis, com destaque para crédito imobiliário, consignado privado e linhas voltadas a pequenas e médias empresas. Apesar do resultado positivo, o banco informou que a antecipação do pagamento de dividendos ao final de 2025 gerou impacto negativo pontual no resultado. Leia aqui os destaques completos feitos pelo Dieese Crédito cresce e inadimplência permanece estável A carteira total de crédito do Itaú cresceu 7,2% em doze meses, embora tenha apresentado leve retração de 0,5% no trimestre, totalizando R$ 1,483 trilhão. No segmento de pessoas físicas, a carteira atingiu R$ 479,5 bilhões, com destaque para: Crédito imobiliário (+11,2%) Cartão de crédito (+8,2%) Crédito consignado (+6,1%) Entre as empresas, o crédito para grandes companhias somou R$ 454,8 bilhões, crescimento de 6,9% em relação a março de 2025. Já as operações destinadas a micro, pequenas e médias empresas alcançaram R$ 302,8 bilhões, com expansão de 10,9% no período. A taxa de inadimplência superior a 90 dias permaneceu estável em 1,9%. Mesmo assim, as despesas com provisão para devedores duvidosos (PDD) aumentaram 8,1% em um ano e 64,2% no trimestre, totalizando R$ 10,164 bilhões. Tarifas seguem sustentando resultados As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias chegaram a aproximadamente R$ 12,5 bilhões, crescimento de 4,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025. As despesas de pessoal — incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) — somaram R$ 8,6 bilhões, alta de 8,1%. Ainda assim, apenas as receitas de tarifas foram suficientes para cobrir 144,9% dessas despesas, reforçando o peso das cobranças bancárias na sustentação dos lucros. Lucro cresce enquanto emprego bancário encolhe Mesmo com resultados recordes, o Itaú manteve a política de redução da estrutura física e do quadro de trabalhadores. Ao final de março de 2026, o banco possuía 81.659 empregados no Brasil, após o fechamento de: 4.620 postos de trabalho em 12 meses 1.034 vagas apenas no trimestre No mesmo período, foram encerradas 360 agências físicas no país. Em contrapartida, o número de clientes continuou crescendo, com aumento de 1,678 milhão, alcançando 100,9 milhões de clientes. Movimento sindical alerta para adoecimento da categoria Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, os resultados evidenciam um modelo de gestão que amplia a pressão sobre os trabalhadores. “Enquanto o lucro do Itaú cresce, aumenta também o número de bancários adoecidos. Não se trata de fragilidade individual, mas de um sistema que adoece coletivamente.” Segundo a dirigente, o avanço da lucratividade não pode ocorrer às custas das condições de trabalho. “Transformar sofrimento humano em crescimento de lucro é inaceitável. O lucro do Itaú não pode ser sustentado às custas do adoecimento mental do trabalhador.” Valeska ressalta que mudanças estruturais são necessárias dentro do banco. “Isso só pode ser mudado com a mudança de práticas abusivas do banco, com respeito e valorização dos funcionários.” Lucro alto e desafios sociais Os números do primeiro trimestre mostram um banco altamente rentável, sustentado pela expansão do crédito, aumento das tarifas e crescimento da base de clientes. Para o movimento sindical, entretanto, o contraste entre resultados bilionários e redução de empregos reforça a necessidade de debate sobre condições de trabalho, saúde mental e valorização dos bancários. O tema deve ganhar centralidade nas próximas negociações coletivas da categoria bancária. Fonte: Contraf-CUT
- ContrafCast entrevista Meilliane Vilar, advogada da CUT na defesa da lei de igualdade salarial no STF
Supremo julga nesta quarta ação de constitucionalidade da lei que fortalece combate à desigualdade de gênero, ingressadas pela Central e outras organizações sindicais em contraponto às ações de inconstitucionalidade ajuizadas pelo Partido Novo e grupos empresariais O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar, nesta quarta-feira (6), uma ação de constitucionalidade da Lei de Igualdade Salarial entre Homens e Mulheres (nº 14.611/2023), ajuizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras entidades sindicais, em contraponto a duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) à lei, ingressadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Partido Novo, e que também serão julgadas no mesmo dia. Nesta edição do ContrafCast - o PodCast da Contraf-CUT - entrevistamos a doutora Meilliane Vilar, sócia da LBS Advogadas e Advogados, que representante da CUT na Corte. As ADIs do Novo e dos grupos empresariais questionam a implementação de planos de ações, por parte das empresas, para corrigir desigualdades remuneratórias entre homens e mulheres que atuam em funções idênticas, além dos critérios do envio de dados para o relatório de transparência salarial, defendido pela CUT como ferramenta essencial no combate à discriminação no ambiente de trabalho. Segundo Meilliane, serão duas sessões no dia. Na primeira, os 11 ministros do Supremo julgarão a ação de constitucionalidade das entidades sindicais trabalhistas e, na segunda, julgarão as ADIs ingressadas pela CNI e pela CNC e Partido Novo. Diante do histórico do STF em proteger os direitos das mulheres, a expectativa é que a Corte julgue procedente a ação de constitucionalidade da Lei de Igualdade Salarial, assim como improcedentes as de inconstitucionalidade. Assista ou escute o podcast na íntegra: Fonte: Contraf-CUT
- COE Banrisul define data do 33º Encontro Nacional e inicia mobilização da categoria
O "Encontro das Nossas Vidas" ficou agendado para os dias 27 e 28 de junho de 2026, em Porto Alegre, terá o futuro do Banrisul no centro da pauta e será a arrancada da Campanha Salarial de 2026. Reunida no Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, no dia 29 de abril, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Banrisul definiu a data e o formato do evento, que será presencial. Diante de um contexto político que pode resultar em profundas mudanças estruturais no Banrisul, a COE batizou o evento de "O Encontro das Nossas Vidas" e quer instigar os banrisulenses a debaterem de forma profunda o futuro do Banco, constantemente ameaçado pelos privatistas. Organização e mobilização Nas próximas semanas, um grupo encarregado de organizar o evento irá se reunir para elaborar materiais de divulgação e construir estratégias de mobilização da categoria, reforçando a importância da participação dos trabalhadores e das trabalhadoras no processo de debate. O 33º Encontro Nacional dos Banrisulenses vai abordar temas centrais para a categoria, como as condições de trabalho nas agências, o enfrentamento às metas abusivas e o combate ao assédio moral e/ou sexual. A participação de todos(as) os(as) banrisulenses é fundamental para que se construa uma pauta de reivindicações representativa, assertiva e mobilizadora para a campanha salarial desse ano. A expectativa é de que o evento se consolide como um espaço estratégico de reflexão, organização e mobilização em defesa do Banrisul como banco público e patrimônio do povo gaúcho. Fonte: Fetrafi-RS
- Fetrafi-SC lamenta o falecimento do dirigente sindical Daniel Machado Gaio
Dirigente da Contraf-CUT e da Executiva Nacional da CUT Brasil faleceu nesta quinta-feira, 30, deixando importante legado de luta social, sindical e ambiental A Fetrafi-SC comunica, com profundo pesar, o falecimento do dirigente sindical Daniel Machado Gaio, ocorrido nesta quinta-feira, 30. Daniel enfrentou com coragem e dignidade sua luta contra o câncer, sem abrir mão da intensidade de viver, da alegria, da empolgação e da generosidade que marcaram sua convivência com companheiros e companheiras de militância. Sociólogo e mestre em Políticas Públicas da Educação pela Universidade de Brasília (UnB), Daniel era bancário da Caixa Econômica Federal, dirigente da Contraf-CUT e integrante da Executiva Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasil). Militante comprometido com as transformações sociais, construiu uma trajetória marcada pela coerência, dedicação e firme defesa dos direitos da classe trabalhadora. Como secretário nacional de Meio Ambiente da CUT, teve papel fundamental para colocar o debate ambiental no centro da agenda do movimento sindical, defendendo a construção de um modelo de desenvolvimento que articule justiça social e justiça ambiental. Para Daniel, não há futuro possível sem o cuidado com o planeta e com os trabalhadores e trabalhadoras. Reconhecido pela capacidade de diálogo, pela solidariedade e pelo compromisso coletivo, Daniel Gaio deixa um legado político, humano e sindical que seguirá presente nas lutas que ajudou a construir e nas ideias que defendeu ao longo da vida. A Fetrafi-SC manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos, companheiros e companheiras neste momento de profunda dor. O movimento sindical perde uma grande liderança e um grande amigo, cuja memória continuará inspirando a caminhada por uma sociedade mais justa, democrática e sustentável. Fonte: Contraf-CUT, com edição de Fetrafi-SC
- Bancários e bancárias: Responder à Consulta Nacional é fundamental para definir rumos da Campanha Nacional 2026
Em poucos minutos, é possível responder ao questionário pela internet; até 31 de maio toda a categoria pode ajudar a definir questões ligadas diretamente com o dia a dia de trabalho e outras que envolvem toda a sociedade Mais do que uma pesquisa, a Consulta Nacional da categoria bancária é o principal instrumento para transformar a realidade vivida nas agências e departamentos em pauta concreta de negociação com os bancos. As respostas da categoria ajudam a definir as prioridades que irão à mesa de negociação, e que podem impactar diretamente o dia a dia de trabalho de milhares de bancários e bancárias em todo o país. O que está em jogo A consulta aborda temas centrais para a categoria, como: Aumento real de salários e valorização da remuneração; PLR, VA/VR e condições econômicas; Emprego e manutenção de direitos; Saúde mental e impactos das metas abusivas; Assédio moral e condições de trabalho; Impactos da tecnologia, da inteligência artificial e da automação; Redução da jornada de trabalho. Ou seja, trata diretamente das questões que mais afetam a vida dos trabalhadores do setor bancário hoje. A importância da participação Existe um ponto fundamental: Quanto maior a participação da categoria, mais representativa e precisa será a pauta de reivindicações. Na prática, isso significa que: As prioridades deixam de ser percepções isoladas; Passam a refletir a realidade coletiva; e Ganham mais força na negociação com os bancos. Por outro lado, baixa participação enfraquece a capacidade de pressão e negociação da categoria. Da resposta à negociação As respostas da consulta não ficam no papel. Elas são sistematizadas pelas entidades sindicais e utilizadas como base para: Construção da pauta da Campanha Nacional; Definição das estratégias de negociação; Organização das mobilizações da categoria. Em outras palavras: O que você responde hoje influencia diretamente o que será reivindicado amanhã. Um cenário que exige participação A participação ganha ainda mais importância diante das transformações em curso no setor bancário: Avanço da digitalização; Uso crescente de inteligência artificial; Mudanças nas formas de contratação; Aumento da pressão por metas. Esses processos estão redefinindo o trabalho bancário e a categoria precisa dizer como quer enfrentar essas mudanças. Leva poucos minutos e faz diferençaResponder à Consulta Nacional é rápido e pode ser feito pela internet. Em poucos minutos, cada trabalhador contribui para a construção de uma pauta mais forte, mais justa e mais conectada com a realidade da categoria. Participe Acesse e responda:https://consultabancarios2026.votabem.com.br/ Fonte: Contraf-CUT













