top of page

Search this site

239 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Defesa do Banco do Brasil público marca abertura do 36º CNFBB

    O evento começou com a leitura do manifesto "Tolerância zero para casos de violência e assédio" e um debate sobre a conjuntura econômica e o papel do BB como instrumento de desenvolvimento do país O 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB) foi aberto nesta quarta-feira (17) com a leitura do manifesto "Tolerância zero para casos de violência e assédio", realizada pela coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Fernanda Lopes. "A Contraf-CUT, federações e sindicatos presentes afirmam que todas as pessoas têm o direito de serem tratadas de forma digna, respeitosa e justa, a viver uma vida livre de violência e assédio, sem distinção de idade, gênero, sexo, orientação e identidade sexual, deficiência, religião ou origem étnica", destacou a dirigente durante a leitura. Em seguida, Bianca Garbelini, delegada e representante do Contraf-CUT, ressaltou que, apesar de simbólico, o ato de leitura do manifesto representa o esforço diário da classe trabalhadora para transformar todos os espaços sociais em ambientes livres de qualquer tipo de violência. Betânia Emerick, dirigente do Espírito Santo, complementou que a leitura do manifesto faz parte do comprometimento das entidades sindicais com a construção de um mundo melhor para todos e todas.Os delegados e as delegadas realizaram a votação do regimento interno do 36º CNFBB, que obteve aprovação de 98,92%. Os problemas do sistema financeiro A primeira mesa de debates do 36º CNFBB, “Conjuntura e papel do BB como banco público”, foi coordenada pelo presidente da Fetec-Centro Norte, Rodrigo Brito, e contou com a participação do economista e ex-técnico do Dieese Jorge Gouvêia como palestrante. Gouvêia fez uma ampla análise sobre as instituições responsáveis pela regulamentação do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e a necessidade de discutir um novo modelo regulatório para um SFN a serviço do desenvolvimento econômico que favoreça toda a sociedade. “Quando foi criado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) contava com representantes de vários setores da sociedade. Mas isso foi até 1994. A Lei 9.069, que instituiu o Plano Real, redefiniu a composição do órgão, que passou a incluir somente o ministro da Fazenda, que exerce a presidência, o ministro do Planejamento e o presidente do Banco Central”, destacou o palestrante. "Esse 'insulamento burocrático', que faz com que o CMN seja operado sem a participação ou controle social e com reduzido controle legislativo, permite que o sistema financeiro no Brasil permaneça oligopolizado, disfuncional e excludente, falhando em promover o desenvolvimento equilibrado do país ou servir aos interesses da coletividade, conforme previsto na Constituição", pontuou. Gouvêia também apontou que o Banco Central acumula funções que podem gerar conflitos de interesse na regulação e fiscalização, na gestão da moeda — controle da inflação e das taxas de juros — e na gestão do câmbio. "O Brasil foi um dos últimos grandes países a instituir um Banco Central que, assim como o CMN, é um instrumento que atua na regulamentação do sistema financeiro", explicou. "Mas a autonomia concedida ao Banco Central do Brasil traz sérios riscos à gestão fiscal do país e permite a manutenção de um sistema financeiro oligopolizado e disfuncional, que não atende plenamente aos interesses da coletividade. Como podemos, por exemplo, pensar na industrialização do Brasil com uma taxa básica de juros de 15% ao ano? Além de impedir o desempenho do setor produtivo, a manutenção da Selic elevada é um bônus para os rentistas", criticou o pesquisador. O Banco do Brasil e seu papel como banco público Gouvêia identificou que, como sociedade de economia mista, o Banco do Brasil sofre uma tensão entre sua função social como empresa estatal e a busca pela geração de valor para os acionistas. "Como sociedade de economia mista, o BB deve cumprir sua função social, atendendo ao interesse coletivo e servindo como instrumento da política creditícia do governo federal. Mas, até 2016, legalmente, sua função estava focada em promover o desenvolvimento sustentável e a inclusão social e produtiva. A partir daquele ano, o Banco do Brasil passou a se definir como um 'Banco de Mercado com Espírito Público', priorizando a rentabilidade, a experiência do cliente e a transformação digital. E foi essa mudança estratégica que resultou na perda de mercado para bancos privados, como o Itaú, em 2018, devido à exclusão de segmentos considerados menos rentáveis", completou. As consequências dessa mudança, destacou o economista, foram um banco que passou a atender cada vez mais aos interesses dos acionistas e menos aos interesses da população. Em 2025, o banco apresentou distribuição de lucros entre 40% e 45%, bem acima do mínimo obrigatório de 25%. Paralelamente a isso, houve redução na participação dos créditos voltados para micro e pequenas empresas e para a agricultura familiar (Pronaf). "Em dez anos, de junho de 2016 a março de 2026, a rede de agências no Brasil sofreu um corte significativo, passando de 5.428 para 3.942", destacou Gouvêia. O economista também ressaltou que, no mesmo período, houve redução de 24.996 postos de trabalho (-22,8%). "O número de clientes por funcionário subiu 83,7%, e o número de clientes por agência quase dobrou, com aumento de 95,3%. Houve uma elitização da clientela, focada em clientes com alta maturidade digital, transferindo os custos do serviço para o autoatendimento remoto", ponderou. O palestrante relembrou que, na crise financeira de 2008, o BB exerceu com sucesso sua função pública, aumentando sua participação no mercado para compensar a retração de outras instituições e ampliando a oferta de crédito. Entre dezembro de 2007 e dezembro de 2010, a participação do BB na oferta de crédito no país subiu de 5,2% para 8,9% do PIB. Em 2012, o BB também se destacou por liderar a redução das taxas de juros por meio do programa "Bom para Todos". "Para reverter a trajetória recente e fazer com que o BB volte a reforçar seu papel social, é necessário que o Estado volte a atuar como controlador ativo, assegurando que o interesse público prevaleça. Também é necessária a revisão das metas de rentabilidade, para que o potencial de oferta de crédito não seja subutilizado em nome de retornos livres de risco. Por último, é preciso resgatar o mandato de instituição financeira pública para enfrentar os novos desafios econômicos e sociais", concluiu o economista. Ao final da mesa, Rodrigo Brito agradeceu a Jorge Gouvêia pelos dados apresentados às delegadas e aos delegados, representantes dos trabalhadores do BB de todo o país. “Não adianta sentar em uma mesa de negociação sem saber disso tudo, sem conhecer essa história. É necessário debater esses dados. Sem isso, todos os nossos esforços de negociação e organização das bases não serão eficientes”, pontuou. Contraf-CUT

  • Fetrafi-SC

    Edital de Convocação de Assembleias Gerais Extraordinárias para Apreciação da Data-Base Minuta Caixa - Campanha Salarial 2026 Minuta Banco do Brasil - Campanha Salarial 2026

  • Santander frustra trabalhadores e impõe compensação de horas nos dias de jogos da Seleção

    Banco foi o único entre as grandes instituições financeiras a determinar a compensação do período de liberação durante as partidas do Brasil na Copa do Mundo A decisão do Santander de exigir a compensação das horas não trabalhadas nos dias dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 gerou insatisfação entre os trabalhadores. A medida contrasta com a expectativa criada entre os bancários e com a postura adotada por outras instituições financeiras, que optaram pelo abono das horas como forma de reconhecer a importância do evento e valorizar seus trabalhadores. “A ganância do Santander mais uma vez fala mais alto. Enquanto os demais grandes bancos compreenderam a importância de permitir que seus funcionários acompanhassem os jogos da Seleção Brasileira sem prejuízo, o Santander preferiu impor a compensação das horas. É uma postura que ignora um momento de integração e descontração vivido por todo o país e que gera indignação entre os trabalhadores. Em vez de reconhecer o empenho de quem sustenta seus lucros bilionários, o banco escolhe penalizar os funcionários e reforçar uma política permanente de desvalorização”, criticou Ana Marta Lima, coordenadora da COE Santander. A dirigente ressaltou que a reivindicação apresentada pela representação dos empregados era pelo abono das horas, justamente para evitar prejuízos aos bancários. “Os funcionários já convivem com metas elevadas, redução de quadros e aumento constante da sobrecarga de trabalho. Exigir compensação por um período tão curto, em um evento que mobiliza todo o país, acaba frustrando a expectativa dos trabalhadores”, acrescentou. A Contraf-CUT avalia que a decisão do Santander destoa do espírito de valorização dos bancários e reforça a necessidade de ampliar o diálogo com o banco sobre temas relacionados às condições de trabalho e ao reconhecimento dos empregados. Fonte: Contraf-CUT

  • Seeb Concórdia e Região

    Edital de Convocação de Assembleia Geral Extraordinária para os Bancários de Concórdia e Região

  • 28ª Conferência Nacional dos Bancários: categoria se reúne em SP para definir rumos da Campanha Nacional Unificada 2026

    Com o tema "Pelos bancários e pelo Brasil: mais salários, empregos e direitos, mais futuro para todos", evento irá consolidar a pauta de reivindicações para a renovação da CCT Cerca de 800 representantes de bancárias e bancárias de todo o país estão sendo aguardados na 28ª Conferência Nacional dos Bancários, entre os dias 19 e 21 de junho, no Holiday Inn Parque Anhembi, em São Paulo. Com o tema "Pelos bancários e pelo Brasil: mais salários, empregos e direitos, mais futuro para todos", o encontro será aberto com a leitura do manifesto Contraf-CUT de tolerância zero para casos de violência e assédio. Entre os destaques da programação estão as mesas sobre conjuntura política e econômica do Brasil, o panorama do Sistema Financeiro Nacional e a apresentação dos resultados da Consulta Nacional dos Bancários que, neste ano, bateu recorde histórico com a participação de 54.952 respondentes. O evento também reserva momentos de integração, como a transmissão do jogo da Seleção Brasileira na noite de sexta-feira e uma confraternização no sábado. “Esse é um ano de renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária e, por isso, a 28ª conferência será decisiva para a consolidação da pauta de reivindicações da Campanha Nacional Unificada, que vem sendo construída há meses junto às bases a partir de conferências regionais e estaduais, pesquisas e consultas”, explica a coordenadora do Comando Nacional e presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira. A dirigente lembra ainda que a organização dos rumos da luta em defesa dos direitos e da valorização do emprego bancário inclui a apropriação de conhecimentos técnicos sobre as conjunturas política e econômica e sobre as mudanças estruturais que estão ocorrendo no sistema financeiro. “Ao longo dos últimos meses, esses conhecimentos vêm sendo trocados e estudados em atividades locais, de norte a sul do país, e, nos próximos dias, serão ainda mais aprofundados na conferência nacional”, completa Juvandia. O encerramento da 28ª Conferência Nacional dos Bancários, previsto para o domingo (21), será marcado pela aprovação de resoluções, moções e da minuta de reivindicações que será entregue dia 24 de junho pelo Comando Nacional dos Bancários aos representantes da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Programação completa: Dia 19 de junho de 2026 – sexta-feira • 14h - 20h: Credenciamento presencial de delegadas e delegados inscritos, eventuais substituições por suplentes e convidados(as) (Sala Araucária) • 16h30: Leitura do manifesto da Contraf-CUT de tolerância zero para casos de violência e assédio • 17h: Abertura solene da 28ª Conferência Nacional dos Bancários 2026 (Sala Jequitibá) • 20h: Jantar • 21h30: Jogo da Seleção Brasileira Dia 20 de junho de 2026 – sábado • 08h - 12h: Credenciamento presencial de delegadas e delegados inscritos, eventuais substituições por suplentes e convidados(as) • 09h: Votação do Regimento Interno da 28ª Conferência Nacional dos Bancários 2026 • 09h40: Mesa 1 – Conjuntura: debatendo os rumos do Brasil e da classe trabalhadora • 12h: Mesa 2 – Apresentação do resultado da Consulta Nacional dos Bancários 2026 • 12h40: Intervalo para almoço • 13h40 – 16h: Mesa 3 – Panorama da categoria bancária e do Sistema Financeiro Nacional • 16h05 - 17h30: Mesa 4 – Importância da comunicação e organização na estratégia da Campanha Nacional dos Bancários 2026} • 20h30 - 23h30: Confraternização Dia 21 de junho de 2026 – domingo • 08h – 14h: Maleiro (Sala Bambu) • 09h: Apresentação da mídia da Campanha Nacional dos Bancários 2026 • 10h10 - 12h30: Apresentação e aprovação das propostas recebidas das Conferências Estaduais e Regionais; aprovação da minuta de reivindicações da categoria bancária 2026; aprovação das resoluções e moções • 12h30: Encerramento e almoço Fonte: Contraf-CUT

  • 36º CNFBB vai debater os desafios dos funcionários do Banco do Brasil e preparar a Campanha Nacional

    Com o tema "Pelos Funcionários do Banco do Brasil e pelo Brasil – Mais valorização, direitos e futuro", congresso será realizado entre os dias 17 e 19 de junho, em São Paulo Delegadas e delegados de todo o país participam, entre os dias 17 e 19 de junho, em São Paulo, do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB). O encontro é uma das principais instâncias de organização dos trabalhadores do banco e terá como objetivo debater os desafios da categoria, construir propostas para a defesa dos direitos dos funcionários e preparar a participação na 28ª Conferência Nacional dos Bancários. Com o tema "Pelos Funcionários do Banco do Brasil e pelo Brasil – Mais valorização, direitos e futuro", o congresso será realizado no Hotel Nacional Inn Jaraguá, na região central da capital paulista. A programação prevê debates sobre o papel do Banco do Brasil como banco público, saúde, previdência, remuneração, condições de trabalho, Previ e Cassi, além da realização da plenária final que aprovará as resoluções e encaminhamentos da categoria. Para a coordenadora da Comissão Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB), Fernanda Lopes, o congresso acontece em um momento importante para a categoria e para o fortalecimento das empresas públicas. “O congresso é o espaço em que os funcionários e funcionárias do Banco do Brasil constroem coletivamente suas prioridades e definem os rumos da luta em defesa dos direitos, da valorização e de um banco público forte. Vamos debater temas fundamentais, como saúde, previdência, condições de trabalho e remuneração, sempre com o olhar voltado para o futuro dos trabalhadores e para o papel estratégico do BB no desenvolvimento do país”, destaca Fernanda. A dirigente ressalta que as discussões realizadas durante o congresso servirão de base para a atuação da representação dos trabalhadores nos próximos períodos. “As decisões tomadas no congresso refletem a realidade vivida pelos colegas em todo o Brasil e fortalecem nossa capacidade de negociação e mobilização. É um momento de ouvir, debater e construir propostas que atendam às necessidades dos funcionários e contribuam para um Banco do Brasil cada vez mais comprometido com a sociedade brasileira”, completa. A abertura solene será realizada no dia 17 de junho, em conjunto com o 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa, o 31º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Nordeste e o 18º Congresso dos Funcionários do Banco da Amazônia, na Casa de Portugal, em São Paulo. Ao final do encontro, os participantes seguirão para a 28ª Conferência Nacional dos Bancários, que terá início no dia 19 de junho, no Hotel Holiday Inn Parque Anhembi. Programação 17 de junho (quarta-feira) 12h às 20h – Credenciamento presencial de delegadas e delegados inscritos, eventuais substituições por suplentes e convidados(as) 14h30 – Leitura do manifesto da Contraf-CUT de tolerância zero para casos de violência e assédio e votação do regimento interno do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil 15h às 16h30 – Mesa 1: Conjuntura e papel do BB como banco público 17h – Abertura solene conjunta dos congressos dos bancos públicos federais 20h – Encerramento 18 de junho (quinta-feira) 8h às 10h – Credenciamento presencial 9h às 13h – Grupos de Trabalho: Saúde Previdência Remuneração Condições de Trabalho 13h30 às 14h30 – Almoço 14h30 – Mesa 2: Previ 16h – Mesa 3: Cassi e Saúde do Trabalhador 20h às 23h – Jantar 19 de junho (sexta-feira) 9h às 12h – Plenária final 13h às 15h – Almoço 17h – Abertura da 28ª Conferência Nacional dos Bancários 2026 Fonte: Contraf-CUT

  • 41º Conecef vai debater os desafios das empregadas e dos empregados da Caixa e preparar a Campanha Nacional

    Representantes do pessoal da Caixa de todo o país se reúnem entre os dias 17 e 19 de junho, em São Paulo, para definição das propostas e estratégias de luta da categoria As empregadas e os empregados da Caixa Econômica Federal têm um encontro marcado com o futuro do banco e da categoria. Entre os dias 17 e 19 de junho, será realizado, em São Paulo, o 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), principal fórum nacional de debates e deliberações dos trabalhadores do banco. O congresso, que ocorrerá em formato presencial, no Hotel Jaraguá Nacional Inn, foi precedido por encontros estaduais e regionais, nos quais foram discutidas e encaminhadas propostas para aprovação na etapa nacional. Entre os temas definidos para os debates estão Saúde Caixa, saúde e condições de trabalho, remuneração e carreira, além da defesa da Caixa e da Funcef. Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, o Conecef é um espaço fundamental para a construção coletiva das pautas que serão defendidas pelo movimento sindical. “O Conecef é o momento em que as empregadas e os empregados da Caixa, de todas as regiões do país, avaliam a realidade do banco, debatem os desafios da categoria e constroem, de forma democrática, as propostas que orientarão nossa atuação. É fundamental que todos participem dos debates em seus estados e contribuam para fortalecer a defesa da Caixa pública, dos direitos dos trabalhadores e de melhores condições de trabalho”, afirma. O 41º Conecef integra o processo de organização da Campanha Nacional dos Bancários e será decisivo para a definição das prioridades de luta das empregadas e dos empregados da Caixa nos próximos meses. Veja a programação do 41º Conecef (sujeita a alterações) 17 de junho de 2026 I quarta-feira 14h I Leitura do manifesto da Contraf-CUT de tolerância zero para casos de violência e assédio; votação do regimento interno do 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa e apresentação de teses 15h – 16h30 I Mesa 1 - Sistema Financeiro Nacional e Conjuntura Política 17h I Abertura solene conjunta do 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa; 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil; 31º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil e 18º Congresso dos Funcionários do Banco da Amazônia 18 de junho de 2026 I quinta-feira 9h - 11h30 I Mesa 2 - Saúde Caixa e Condições de Trabalho 12h – 13h I Intervalo – Almoço 13h - 15h I Mesa 3 – Carreira e Remuneração Variável 15h I Grupos de Trabalho Saúde Caixa; Saúde e Condições de Trabalho; Remuneração e Carreira; e Defesa da Caixa e Funcef 19 de junho de 2026 I sexta-feira 9h – 12h I Plenária final 13h – 15h I Almoço 17h I Abertura da 28ª Conferência Nacional dos Bancários 2025, no Hotel Holiday Inn Parque Anhembi Fonte: Contraf-CUT

  • Funcionários do Banco do Brasil receberão ligação para participar de pesquisa da Campanha Nacional 2026

    Levantamento realizado pela Contraf-CUT busca ouvir os trabalhadores sobre suas prioridades e expectativas para fortalecer as negociações com o banco Funcionárias e funcionários do Banco do Brasil começarão a receber, nos próximos dias, ligações telefônicas para participar de uma pesquisa nacional promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em parceria com o Instituto Simplex. O objetivo é aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A pesquisa buscará identificar as percepções dos trabalhadores sobre temas como condições de trabalho, saúde, carreira, remuneração, diversidade, tecnologia, Cassi, Previ e os desafios enfrentados atualmente pelos funcionários do banco. Segundo o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatingaa iniciativa permitirá que as entidades tenham um retrato mais preciso da realidade vivida pelos colegas em todo o país. “A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os funcionários vivenciam diariamente. A pesquisa será uma ferramenta importante para identificar prioridades e orientar a atuação das entidades sindicais na Campanha Nacional de 2026”, afirma. De acordo com o dirigente, as respostas servirão de subsídio para a definição das estratégias de negociação e para a construção de uma pauta cada vez mais alinhada às necessidades dos trabalhadores. “É fundamental que os colegas atendam à ligação e participem. Quanto maior for o número de respostas, mais representativo será o resultado e mais força teremos para defender as reivindicações dos funcionários nas mesas de negociação com o banco”, destaca. A pesquisa também permitirá analisar diferentes realidades dentro do BB, considerando aspectos como local de trabalho, função exercida, tempo de banco, jornada, faixa etária e região do país. A orientação das entidades é que todos os funcionários que receberem a ligação reservem alguns minutos para responder ao questionário. As informações coletadas serão tratadas de forma confidencial e utilizadas exclusivamente para subsidiar a atuação sindical durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. Fonte: Contraf-CUT

  • Entidades propõem medida emergencial para recompor reservas da Cassi

    Proposta apresentada ao Banco do Brasil prevê contribuição transitória para garantir estabilidade financeira do plano enquanto seguem as negociações sobre mudanças estruturais As entidades que compõem a mesa de negociações sobre o custeio da Cassi se reuniram nesta terça-feira (9) com representantes do Banco do Brasil para dar continuidade à construção de alternativas que garantam a sustentabilidade e a perenidade do Plano Associados. Um dos principais temas debatidos no encontro foi a necessidade de recomposição das reservas obrigatórias da Caixa de Assistência. Logo no início das discussões, a coordenadora da mesa de negociações, Fernanda Lopes, apresentou à representação do banco a proposta de criação de uma alternativa emergencial para evitar problemas financeiros no curto prazo. A proposta consiste na elaboração de um memorando de entendimento que estabeleça uma contribuição transitória do Banco do Brasil e dos associados, com o objetivo de recompor as reservas da Cassi e assegurar maior estabilidade às contas da entidade. “A recomposição das reservas da Cassi é uma medida necessária para garantir estabilidade financeira no curto prazo e evitar que a entidade enfrente dificuldades enquanto seguimos discutindo as questões estruturais do plano. A proposta de contribuição transitória cria as condições para que possamos avançar nas negociações com responsabilidade, preservando os direitos dos associados e a sustentabilidade da assistência à saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil”, destacou Fernanda Lopes, coordenadora da mesa de negociações. Segundo as entidades, a medida permitiria que as negociações avançassem com mais segurança, criando as condições necessárias para aprofundar o debate sobre os temas estruturais que ainda não alcançaram consenso entre as partes e que deverão compor a proposta de reforma estatutária a ser submetida ao corpo social. Entre os pontos que permanecem em discussão estão a definição do custeio do período pós-laboral dos funcionários que ingressaram no Banco do Brasil a partir de 2018, o direito de filiação ao plano dos trabalhadores oriundos de bancos incorporados e os impactos das alterações promovidas pela Instrução Normativa nº 649/2025 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Durante a reunião, os representantes do Banco do Brasil se comprometeram a analisar a proposta apresentada pelas entidades e a apresentar um posicionamento na próxima rodada de negociações, agendada para o dia 23 de junho. Para as entidades representativas dos funcionários, a construção de uma solução para a recomposição das reservas é fundamental para preservar a solidez da Cassi e garantir que o debate sobre o futuro do plano ocorra de forma responsável, com foco na manutenção dos direitos dos associados e na sustentabilidade da assistência à saúde dos trabalhadores e aposentados do Banco do Brasil. Fonte: Contraf-CUT

  • Caixa: Contraf-CUT vai realizar pesquisa com empregados para fortalecer negociações da Campanha Nacional 2026

    Levantamento busca identificar prioridades, preocupações e expectativas dos trabalhadores para subsidiar a atuação das entidades sindicais nas negociações com o banco A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) realizará uma pesquisa nacional com empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal para aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. Segundo o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga, trata-se de uma ferramenta importante para aproximar ainda mais a atuação sindical da realidade vivida pelos trabalhadores. “A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os empregados e empregadas vivenciam todos os dias. Esta pesquisa vai nos ajudar a compreender melhor quais são as prioridades do pessoal da Caixa neste momento e quais temas exigem maior atenção das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários de 2026”, afirma. De acordo com Tabatinga, os resultados servirão como subsídio para a construção das estratégias de negociação e para o aprimoramento das ações desenvolvidas pela Contraf-CUT, pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e pelas demais entidades representativas. “Quanto maior a participação dos colegas, mais preciso será o diagnóstico do que pensa o pessoal da Caixa. Isso fortalece nossa capacidade de negociação junto ao banco e contribui para que as reivindicações apresentadas estejam alinhadas às necessidades reais dos empregados”, destaca. A pesquisa também permitirá identificar diferenças de percepção entre segmentos específicos, considerando aspectos como tempo de banco, função exercida, local de lotação, jornada de trabalho, faixa etária e região do país. Para a Contraf-CUT, ouvir diretamente os trabalhadores é fundamental em um momento em que temas como o fortalecimento do Saúde Caixa, a melhoria das condições de trabalho, o combate ao assédio, a valorização profissional e a sustentabilidade dos programas de remuneração variável estão entre os principais desafios enfrentados pelos empregados da instituição. A orientação é que todos os empregados e empregadas da Caixa participem da pesquisa. A participação poderá ser realizada até o dia 19 de junho. As informações coletadas serão utilizadas para orientar a atuação das entidades sindicais e contribuir para a construção de uma pauta cada vez mais representativa dos interesses da categoria. Para participar da pesquisa, acesse o link abaixo e responda o questionário. CONTRAF - Pesquisa CAIXA Fonte: Contraf-CUT

  • Sintrafi Floripa se mobiliza no Dia Nacional de Luta dos Empregados da Caixa

    Empregados da Caixa vão às ruas em defesa do Saúde Caixa e por melhorias das condições de trabalho Nesta terça-feira, 9, o Sintrafi Floripa esteve na agência Hercílio Luz, em Florianópolis, participando do Dia Nacional de Luta dos Empregados da Caixa. A mobilização acontece em todo o país em defesa do fim do teto de custeio do Saúde Caixa e contra os problemas que impactam a saúde, as condições de trabalho e a qualidade de vida dos empregados e empregadas da instituição. O Sintrafi Floripa seguirá atuando ao lado dos empregados da Caixa na luta por respeito, valorização e melhores condições de trabalho. Veja mais imagens:

  • Negociação sobre a Cassi avança, mas entidades cobram respostas do Banco do Brasil para questões estruturais

    Representação dos funcionários defende modelo híbrido de financiamento e reforça necessidade de solução para o pós-laboral e para os egressos de bancos incorporados Representantes dos funcionários e do Banco do Brasil se reuniram nesta quarta-feira (3) para mais uma rodada de negociações sobre o custeio da Cassi. O encontro teve como objetivo discutir alternativas para garantir a sustentabilidade da Caixa de Assistência e avançar na construção de um modelo de financiamento capaz de atender às demandas dos associados. Durante a reunião, o Banco do Brasil propôs aprofundar o debate técnico sobre cenários elaborados a partir de uma proposta de modelo híbrido de custeio, sob o argumento de que existiriam divergências em relação ao formato apresentado. Os representantes dos trabalhadores afirmaram ter recebido a posição com surpresa. Segundo as entidades, a expectativa era obter um retorno sobre as críticas e os apontamentos feitos na reunião anterior, uma vez que há consenso quanto à necessidade de buscar uma alternativa que não esteja vinculada exclusivamente à remuneração dos funcionários. As entidades reiteraram que é necessário aprofundar os estudos e as simulações para avaliar os impactos de cada proposta e construir uma solução equilibrada para a Cassi. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que o debate precisa contemplar temas que seguem sem definição. “As entidades já manifestaram concordância com a busca de um modelo híbrido de custeio. O que precisamos agora é analisar com profundidade os cenários apresentados e seus impactos para os associados. Mas também é fundamental avançar em questões que seguem sem solução, como o custeio da assistência à saúde no período pós-laboral dos funcionários admitidos após 2018 e o direito definitivo de filiação à Cassi para os colegas egressos de bancos incorporados”, afirmou. Outro ponto destacado pela representação dos trabalhadores foi a necessidade de garantir uma solução permanente para os funcionários oriundos de bancos incorporados pelo Banco do Brasil, assegurando seu acesso ao Plano de Associados da Cassi. Ao final do encontro, ficou definida uma nova rodada de negociações para a próxima terça-feira (9), quando as partes darão continuidade às discussões. Para as entidades, a construção de uma saída duradoura para a Cassi passa pelo diálogo e pelo compromisso do Banco do Brasil com a manutenção da assistência à saúde dos funcionários da ativa e aposentados. Fonte: Contraf-CUT

Inovação para avançar
na luta pelos direitos 
dos trabalhadores

bottom of page