51 resultados encontrados com uma busca vazia
- Empregados da CEF puderam tirar suas dúvidas em atividade virtual
A Plenária da Caixa Econômica Federal, realizada pela Fetrafi-SC, aconteceu na noite desta quinta-feira, 9, em formato virtual. O objetivo da atividade é proporcionar um debate que antecede a campanha salarial para levar as questões dos empregados da Caixa para a 28ª Conferência Estadual dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Santa Catarina, que acontece de 24 a 26 de abril, em Fraiburgo. Edson Luiz Heemann, presidente do Sindicato dos Bancários de Blumenau, secretário adjunto da Fetrafi-SC e membro da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, fez a abertura da atividade e, em seguida, apresentou o dirigente Marcio Sampaio, secretário de administração e finanças do Sintrafi Floripa e suplente do colega na CEE Caixa, que ajudou na coordenação da Plenária. Um vídeo explicativo sobre a campanha salarial da categoria bancária foi apresentado aos participantes. Após a apresentação do vídeo, Heemann fez um resgate dos avanços conquistados na campanha salarial de 2024-2026 e lembrou que "já existe uma pauta de negociação que é a pauta remanescente de 2024, com o que ainda não foi negociado. Ou seja, muitas questões ainda não resolvidas, já estão na pauta de negociação. O que se busca, hoje, é inserir novas propostas." “O que tivemos de avanços da campanha salarial 2024-2026 em relação ao plano Saúde Caixa foi a manutenção do modelo de custeio, mantendo o pacto intergeracional, o da solidariedade e o mutualismo que mantém a paridade de pagamento, independente da faixa etária. O plano já está caro, mas pode se tornar impagável para muitos colegas porque nem todo mundo que tem idade avançada é gerente geral ou é diretor da Caixa, se ele for pagar baseado na idade o plano fica injusto e, ao mesmo tempo, inviável. Por isso a importância da manutenção do modelo atual de custeio”, explicou Heemann. Em relação às questões financeiras, Edson explicou que “a PLR Social foi preservada e tínhamos preocupação que pudesse haver mudança no modelo de pagamento. Então, teve a manutenção da regra específica da Caixa, preservação da parcela social e a continuidade da antecipação da nossa PLR. Em seguida, Heemann passou a palavra para Leila Aparecida Costa, aposentada da Caixa com mais de 30 anos de experiência na área de assistência e benefícios. Ela destacou que, em sua opinião, o tripé mais importante de quem é empregado da CEF é lutar pela manutenção da empresa pública, do plano de saúde e do fundo de pensão sustentável. Além disso, identificou problemas centrais no Saúde Caixa relacionados à gestão e ao modelo de sustentabilidade do plano. Para ela, um dos gargalos importantes para cobrarmos respostas da Caixa é com relação à rede credenciada. “Não só a questão da rede credenciada, mas levar ao banco os problemas mais contundentes do nosso plano de saúde hoje, ou seja, a rede credenciada e o atendimento ao prestador. Nós temos constatado que isso tem sido motivo de muitas reclamações por parte dos colegas, com relação aos canais de atendimento, aos prazos de resposta e aos prazos de autorização prévia que estão na rotina do plano de saúde e que afetam diretamente o beneficiário que busca o serviço do plano. “É preciso questionar a empresa e pedir um canal de atendimento ao beneficiário mais rápido, assim como ajustes com relação a essas demandas de autorizações prévias, de resposta mais rápida já dentro das novas regras que a própria Agência Nacional de Saúde está cobrando dentro dos planos, para que entre em vigor já no primeiro semestre desse ano. Então, em julho já deve haver uma adaptação dos próprios planos de saúde para essas novas regras. Mas como é que o plano vai se adaptar a essas novas regras se nós estamos tendo problemas já em um formato anterior?”, questionou Leila. Na sequência, o debate foi aberto para que os participantes pudessem tirar suas dúvidas. A partir de agora, o próximo passo é produzir um relatório com as propostas para ser levado à Conferência Estadual e, posteriormente, para o 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), que será realizado nos dias 17, 18 e 19 de junho de 2026. A próxima Plenária Estadual da Fetrafi-SC é do Bradesco e acontece nesta sexta-feira, 10, às 18h. Participe!
- Caixa: Entidades cobram respostas sobre o Super Caixa e valorização da mesa de negociação
Representação dos empregados reforça necessidade de diálogo com o banco, transparência nos critérios do programa e garantia de pagamento pelo trabalho realizado Principais pontos da reunião Entidades cobraram respostas da Caixa sobre demandas relacionadas ao programa Super Caixa Representação dos empregados defendeu valorização da mesa de negociação Falta de transparência nos critérios do programa foi criticada Conselheira eleita no CA reiterou cobrança formal por esclarecimentos sobre indicadores e exclusões do pagamento Entidades defendem que regras do programa sejam discutidas com a representação dos trabalhadores Leia a íntegra do texto As entidades de representação das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal se reuniram nesta quinta-feira (8) com a vice-presidência de Pessoas do banco para cobrar respostas às demandas encaminhadas pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE), pela representante eleita dos trabalhadores no Conselho de Administração (CA) da Caixa, Fabiana Uehara, e pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae). Durante a reunião, os representantes dos trabalhadores reforçaram críticas à forma como o programa de remuneração variável Super Caixa vem sendo executado e cobraram respostas formais do banco às reivindicações apresentadas pelas entidades. Além disso, defenderam a valorização da mesa de negociação como espaço institucional para tratar de temas que impactam diretamente a remuneração e as condições de trabalho dos empregados. Valorização da mesa de negociação O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, destacou que a cobrança por negociação sobre o programa não é recente e que a ausência de respostas tem gerado insegurança entre os trabalhadores. “Esse é um assunto que vem sendo tratado desde o ano passado. A Caixa precisa valorizar a mesa de negociação e fazer a discussão da remuneração variável com a Comissão de Empresa, para que possamos construir um modelo com mais segurança para os empregados e que garanta o pagamento pelo trabalho realizado”, afirmou. “E não adianta o banco apresentar o programa já com as decisões e formato decidido. É preciso debater e construir junto”, completou. Segundo ele, discutir o tema na mesa de negociação é fundamental para garantir transparência nas regras e evitar distorções que prejudiquem os trabalhadores. Cobranças apresentadas pela representação dos empregados A representante eleita das empregadas e empregados no Conselho de Administração da Caixa, Fabiana Uehara, reforçou que as entidades já encaminharam diversas cobranças ao banco, mas ainda aguardam respostas formais. Em e-mail enviado à direção da Caixa no dia 25 de março, a conselheira voltou a solicitar esclarecimentos detalhados sobre os critérios utilizados no pagamento do Super Caixa e sobre os fundamentos das decisões administrativas que impactaram a remuneração variável dos empregados. No documento, Fabiana também aponta que fatores estruturais e operacionais – como metas desproporcionais à capacidade das unidades, dificuldades de infraestrutura e limitações nos sistemas utilizados – podem ter influenciado os resultados considerados para o pagamento do programa. Durante a reunião, ela voltou a defender a importância do diálogo institucional com as entidades. “Mesmo que a Caixa diga que 93% das unidades receberam, existe um grupo de empregados que trabalhou e não foi remunerado. É fundamental que o programa seja de engajamento, e não de esquecimento. Por isso reforçamos a necessidade de negociação com as entidades, que são quem levam as demandas da base”, disse. Vendeu, recebeu Representando as Associações do Pessoal da Caixa (Apcefs), Joana Lustosa, que é diretora de Cultura da Apcef/AP, ressaltou que a principal reivindicação dos trabalhadores é que o esforço realizado nas unidades seja reconhecido. “O que a gente defende é algo muito simples: vendeu, recebeu. Não podemos esquecer os colegas que estão sendo penalizados. Também defendemos que o regulamento de 2026 seja construído com a participação dos representantes dos empregados”, afirmou. Falta de diálogo gera insatisfação O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, destacou que a ausência de diálogo prévio sobre mudanças no programa contribuiu para o atual cenário de insatisfação entre os trabalhadores. “Faltou comunicação e diálogo com os empregados, que são os maiores prejudicados com mudanças que não foram previamente anunciadas. Isso poderia ter evitado muitos dos problemas e a insatisfação que estamos vendo agora”, avaliou. Entidades defendem diálogo permanente Para as entidades representativas dos trabalhadores, a valorização da mesa de negociação é fundamental para resolver os problemas apontados pelos empregados e aperfeiçoar programas internos do banco. Segundo os representantes dos trabalhadores, manter o diálogo institucional com a Caixa é o caminho mais eficaz para garantir transparência, segurança jurídica e justiça no reconhecimento do trabalho realizado pelos empregados da instituição. Veja abaixo o vídeo gravado logo após o encerramento da reunião Fonte: Contraf-CUT
- Gestão do BB é bastante criticada pelos colegas em plenária virtual
Plenária realizada pela Fetrafi-SC contou com a presença de mais de 70 participantes A Fetrafi-SC realizou uma Plenária Estadual virtual com os funcionários do Banco do Brasil na noite desta quarta-feira, 8. As plenárias estaduais integram a programação da campanha salarial deste ano, com o objetivo de ampliar a escuta da categoria e construirmos coletivamente a estratégia de organização e mobilização para a Campanha Nacional 2026, bem como definir propostas para as Minutas de Reivindicações (CCT e ACT’S) deste ano. Na Plenária de ontem, que contou com a participação de mais de 70 colegas, debateu as questões específicas e propostas que poderão integrar a pauta de reinvindicações do funcionalismo do BB, servindo como subsídio e ponto de partida para o Encontro dos Funcionários do Banco do Brasil, que ocorrerá na tarde do dia 25 de abril, durante a 28ª Conferência Estadual dos Trabalhadores no Ramo Financeiro, organizada pela Fetrafi Santa Catarina entre os dias 24 à 26 de abril, na cidade de Fraiburgo. O dirigente Marcelo Reclinde de Souza Peres, que representa a Fetrafi-SC na Comissão dos Empregados do Banco do Brasil (CEBB) fez a abertura da atividade e atualizou os participantes acerca dos temas que vem sendo tratados com a direção do banco, entre estes, o modelo de custeio da Cassi e o direito à migração dos colegas dos bancos incorporados à Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil e Previ. O Secretário de Imprensa, Comunicação e Assuntos Intersindicais do Sindicato dos Bancários de Chapecó Sebastião Rodrigo Souza de Araujo, funcionário do BB e também representante de Santa Catarina na CEBB, participou da coordenação da atividade. Entre os assuntos tratados, cujas propostas apresentadas serão debatidas na 28ª Conferência Estadual e encaminhadas para o 31º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, que ocorrerá em 19 de junho, em SP: possibilidade de ampliação do intervalo na jornada de seis horas (para 60 minutos), sendo os primeiros 15 minutos computados como tempo de trabalho efetivo; redução da jornada de trabalho para funcionários com doenças graves e crônicas - como fibromialgia e espondilite anquilosante (EA) sem redução do salário; negociação nos processos de reestruturação, principalmente nos casos em que o banco alega excessos e necessidade de realocação em outros prefixos; maior transparência e responsabilidade da Gestão no BB na implementação das Agências Digitais e processos de ascensão profissional; fim do assédio e pressão por metas e responsabilização da Gestão do BB com o crescimento dos casos de adoecimento físico e mental. Vale destacar também que a administração da GEPES local foi bastante criticada pelos colegas, pela forma que tem atuado apenas como gestora dos interesses do banco, e não como área que deveria priorizar o cuidado com as pessoas. Ao final, o Coordenador da Secretaria Geral da Fetrafi-SC, Marco Silvano, funcionário do BB, destacou a importância da realização da 28ª Conferência Estadual, convidando todos e todas para acompanharem a atividade pelos sites e redes sociais dos Sindicatos e da Federação. No encerramento da Plenária, o representante de Santa Catarina na CEBB, Sebastião de Araujo, informou que o relatório contendo as propostas apresentadas será encaminhado para conhecimento aos delegados e delegadas inscritos na 28ª Conferência Estadual e irá subsidiar os debates. Confira o calendário das próximas Plenárias Estaduais: 09/04 às 19h – Caixa Econômica Federal 10/04 às 18h – Bradesco
- GT de Saúde cobra respostas do Itaú sobre práticas que afetam bancários afastados
Reunião desta quarta-feira (8) reforçou cobranças por mudanças em convocações médicas, canal de denúncias e descontos em folha O Grupo de Trabalho (GT) de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com representantes do banco nesta quarta-feira, 8 de abril, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para dar continuidade às negociações sobre uma série de problemas que vêm sendo denunciados pelos trabalhadores. A reunião foi precedida de um encontro preparatório do GT, realizado no dia anterior. Ricardo Daniel, representante da Fetrafi-SC no GT Saúde do Itaú, que também é dirigente do Sindicato dos Bancários de Araranguá e Região, esteve presente. A pauta do encontro manteve os principais pontos cobrados reincidentemente pelo movimento sindical, com destaque para as convocações para exames médicos (Atestado de Saúde Ocupacional – ASO; e Avaliação de Capacidade Laboral – ACL), o funcionamento do canal de denúncias – incluindo o balanço do canal voltado à violência contra a mulher – e questões relacionadas a descontos em contracheques. Convocações indevidas seguem como principal problema Um dos temas centrais da negociação foi a continuidade das convocações consideradas indevidas para exames médicos, especialmente de trabalhadores afastados pelo INSS ou que aguardam perícia para prorrogação do benefício. O banco já havia se comprometido a não realizar estas convocações. De acordo com relatos levados ao banco, mesmo quando os empregados informam sua condição por meio dos canais oficiais, como o IU Conecta, as convocações não são canceladas e, em alguns casos, há ameaça ou aplicação de advertências automáticas pelo não comparecimento. Além disso, o GT voltou a denunciar situações em que bancários são convocados para novos exames mesmo após avaliação recente ou quando ainda não tiveram retorno da perícia, evidenciando falhas no processo e desrespeito à condição de saúde dos trabalhadores. A coordenadora do GT de Saúde, Rosângela Lorenzetti, criticou a postura do banco e cobrou mudanças efetivas. “Não é aceitável que o Itaú continue descumprindo compromissos assumidos e expondo trabalhadores adoecidos a esse tipo de pressão. Estamos falando de pessoas em tratamento, que precisam de acolhimento e respeito, não de ameaças ou práticas automatizadas que agravam ainda mais o seu estado de saúde”, afirmou. Canal de denúncias segue sob questionamento Outro ponto importante da reunião foi o funcionamento do canal de denúncias do banco (Ombudsman). O GT voltou a cobrar melhorias no fluxo de apuração, garantia de sigilo, proteção ao denunciante e maior agilidade nas respostas, especialmente em casos de assédio moral e sexual. O responsável pelo serviço não pôde comparecer à reunião. O banco apresentou como funciona o Ombudsman e também o canal de atendimento às mulheres vítimas de violência, que no Itaú é feito através do “Programa Fique OK”. Segundo o banco, houve 724 atendimentos em 2025. No primeiro trimestre de 2026 foram 166 atendimentos. O banco explicou, ainda que não significa que este seja o total de pessoal atendidas, pois tratam-se se atendimentos, podendo ser vários atendimentos de uma mesma pessoa. Os representantes dos trabalhadores reforçaram a importância do canal “Basta! Não Irão nos Calar”, mantido pela Contraf-CUT e por sindicatos da categoria. O canal oferece acolhimento às mulheres vítimas de violência e pode ser utilizado também por quem prefere não recorrer aos canais institucionais do banco. >>>>> Leia mais sobre o “Basta” Os representantes dos trabalhadores também reforçaram a necessidade de transparência no funcionamento do Ombudsman e cobraram a apresentação de dados sobre o canal específico para denúncias de violência contra a mulher. O banco ficou de trazer na próxima reunião a quantidade de pessoas atendidas. A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, destacou que a confiança no canal é fundamental para o enfrentamento das violações no ambiente de trabalho. “Sem garantia de sigilo, proteção e um fluxo adequado, o canal de denúncias não cumpre seu papel. O trabalhador precisa se sentir seguro para denunciar, e hoje essa segurança não está garantida no canal do banco, que precisa assumir sua responsabilidade e promover mudanças estruturais nesse processo”, disse. Valeska também orientou que os empregados procurem seus sindicatos para registrar a denúncia. Nesses casos, as entidades de representação conseguem proteger os trabalhadores e encaminhar os relatos ao banco preservando o sigilo do trabalhador ou da trabalhadora denunciante. Descontos e inconsistências na folha também entram na pauta A reunião também tratou de problemas relacionados a descontos em contracheques durante o período de afastamento, especialmente em casos de antecipações salariais debitadas antes mesmo do recebimento do benefício do INSS, o que pode gerar endividamento dos trabalhadores. Além disso, foram relatadas dificuldades no tratamento de documentos enviados pelos empregados e inconsistências na comunicação do banco, que têm contribuído para insegurança e prejuízos financeiros. Movimento sindical cobra soluções concretas O GT de Saúde reforçou que os problemas apresentados não são pontuais, e sim recorrentes, e que o banco precisa apresentar soluções concretas e cumprir os compromissos já assumidos em reuniões anteriores. “Precisamos determinar um prazo para que o banco retorne sobre a possibilidade de data intermediária para o ASO, sem que seja no dia seguinte”, cobrou Rosângela. O banco disse que vai levar a questão para a direção e dará retorno o mais breve possível para a Contraf-CUT e o GT de Saúde do Itaú. “Além disso, não concordamos com a convocação para avaliação médica de bancários e bancárias que estejam com o benefício ativo. Pois, nestes casos, o contrato de trabalho está suspenso”, ressaltou a coordenadora do GT de Saúde. Para o movimento sindical, é fundamental que o Itaú adote uma postura mais responsável e humanizada na gestão da saúde dos trabalhadores, garantindo respeito aos afastamentos médicos, transparência nos processos e proteção efetiva contra práticas abusivas. As negociações vão continuar, com o acompanhamento das entidades sindicais, até que haja avanços efetivos nas demandas apresentadas pelos bancários. Campanha de vacinação O banco informou que a campanha de vacinação contra a gripe (H1N1) está prevista para ser iniciada no dia 27 de abril, mas que mandará em breve o calendário com as datas de vacinação em cada base. Fonte: Contraf-CUT
- Acordo Coletivo de Trabalho do Banrisul é debatido em Plenária Estadual
Trabalhadores do Banrisul esclarecem dúvidas sobre o ACT aditivo à CCT e debatem propostas para a minuta de reivindicações O Acordo Coletivo de Trabalho do Banrisul, aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho do banco, foi tema de debate na Plenária Estadual virtual realizada pela Fetrafi-SC na noite desta terça-feira, 7. Discutir as questões específicas do banco para atualizar a minuta de reivindicações dos colegas foi o principal objetivo da atividade. A abertura da plenária foi feita pelo presidente do Sintrafi Floripa, Cleberson Pacheco Eichholz, funcionário do Banrisul, representante de Santa Catarina na Comissão de Organização dos Empregados (COE) Banrisul e integrante do Comando Nacional dos Bancários. O dirigente apresentou aos participantes o convidado Luciano Fetzner, presidente do SindBancários Porto Alegre, também integrante do Comando Nacional e um dos coordenadores da COE Banrisul. Um vídeo explicativo sobre o processo organizativo da categoria bancária foi apresentado, assim como o funcionamento da representação sindical e seu papel nas negociações com o banco, esclarecendo as etapas da campanha nacional dos bancários. Em um primeiro momento, Eichholz explicou que o objetivo da pauta de reivindicações é melhorar as relações de trabalho entre os empregados e o Banrisul, renovar e aperfeiçoar o Acordo Coletivo de Trabalho, garantir avanços nas condições de trabalho e remuneração e atualizar valores com base no INPC e nas demandas da categoria. Ele também citou cinco acordos atualmente firmados entre os sindicatos e o banco: reestruturação, teletrabalho, ponto eletrônico, Programa de Participação nos Resultados (PPR) e o ACT aditivo à Convenção Coletiva. O dirigente de Santa Catarina aprofundou um dos temas mais recentes de negociação com o banco, que é a reestruturação. Ele explicou que o debate teve início em 2010, quando o tema do plano de carreira começou a ser tratado, mas sem grandes avanços nas negociações. Por conta disso, desde então, uma série de ações foi interpelada na Justiça do Trabalho para pressionar o banco a avançar nessa pauta, o que acabou contribuindo para que os ajustes de jornada para seis horas, sem redução de salário, avançassem. Na avaliação do dirigente, “é muito importante que as pessoas tenham conhecimento disso, porque isso não foi fruto do acaso ou da bondade da gestão atual do Banrisul, mas de um processo de enfrentamento construído ao longo dos anos e que, graças à pressão do movimento sindical, junto com os banrisulenses, conseguimos evoluir para a discussão atual que culminou no acordo de reestruturação”. Fetzner aproveitou a oportunidade para explicar aos participantes o funcionamento e a importância da COE, além de fazer uma breve análise da conjuntura política atual. Ele destacou que o Banrisul, por ser um banco público estadual, sempre é alvo de debate nas campanhas eleitorais do Rio Grande do Sul. “O governo do Estado do RS é o sócio majoritário do Banrisul, portanto este é um tema que não tem como ficar fora da campanha salarial”, afirmou, destacando também a importância de fortalecer a defesa do banco público. Como exemplo, recordou que “na última eleição conseguimos pautar o debate sobre o Banrisul ao ponto de os dois candidatos que foram para o segundo turno afirmarem que o banco seguiria público em suas gestões”. Para ele, este é o principal tema da campanha deste ano. Eichholz seguiu na mesma linha em defesa do banco, ressaltando que “todo o resto do nosso debate não serve para nada se o Banrisul não existir mais. Então, esta é a nossa pauta de prioridade zero. Temos que apostar na defesa da manutenção do Banrisul público para que todos os acordos firmados com o banco se sustentem e possam se manter. É fundamental que todos tenham em mente que esta não é uma campanha de ameaça dos sindicatos para criar terror ou pânico na sociedade de que o banco pode ser privatizado. Basta olhar para a realidade do que aconteceu no RS: só sobrou o Banrisul. O governo que faz a gestão atual só não privatizou o banco porque estamos construindo, ao longo dos últimos anos, um ambiente de defesa do banco capaz de pressionar, independentemente de qual seja o viés político do governante de plantão, a se posicionar na contramão da privatização. Isso aconteceu graças à luta e à capacidade de mobilização do movimento sindical.” Ao final da atividade, o dirigente do SEEB Blumenau, Gleison Miozzo, reforçou a importância da participação dos bancários nos espaços de debate e construção da pauta da categoria. “É fundamental que os colegas participem das plenárias e dos encontros, pois é nesses espaços que construímos coletivamente nossas reivindicações e fortalecemos a organização da categoria. Quanto maior a participação, mais legitimidade e força teremos nas negociações com os bancos”, destacou Gleison que também faz parte da COE Banrisul como representante da Fetrafi-SC. A CABERGS também foi ponto de debate, assim como outros temas aprofundados durante a discussão aberta aos participantes. Os assuntos tratados nesta plenária serão levados para a 28ª Conferência Estadual dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Santa Catarina, que acontece de 24 a 26 de abril, em Fraiburgo. Já no final de junho, haverá nova oportunidade de aprofundar as questões específicas do banco no Encontro Nacional do Banrisul, que acontecerá em Porto Alegre. Confira o calendário das próximas Plenárias Estaduais: 08/04 às 19h – Banco do Brasil 09/04 às 19h – Caixa Econômica Federal 10/04 às 18h – Bradesco
- Plenária Estadual esclarece dúvidas dos trabalhadores do Santander
Colegas do banco trouxeram questionamentos sobre o ACT 2024-2026 A Fetrafi-SC realizou uma Plenária Estadual para sanar as dúvidas dos trabalhadores do Santander sobre o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2024-2026. A atividade, que aconteceu na noite de segunda-feira, 6, em formato virtual através do aplicativo Zoom, teve como objetivo apresentar o processo da campanha nacional dos bancários, resgatar a minuta do ACT e debater propostas para a Conferência Estadual. Os dirigentes Francielli de Oliveira (Seeb Videira) e Luiz Fernando Oliveira (Sintrafi Floripa), ambos funcionários do banco Santander, conduziram a atividade, que iniciou com uma explanação sobre o funcionamento da Comissão de Organização dos Empregados (COE) seguido por um vídeo explicativo sobre todo o processo da campanha nacional dos bancários. Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander A COE é um órgão de representação sindical que atua como interlocutor entre os funcionários e a direção do banco durante o processo de negociação. A principal função da Comissão é negociar melhorias nas condições de trabalho e direitos específicos para os trabalhadores do Santander, servindo como uma instância de diálogo para questões que afetam o cotidiano da categoria. Acordo Coletivo de Trabalho 2024-2026 Em 2024, os trabalhadores do Santander renovaram o Acordo Coletivo de Trabalho aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho para os próximos dois anos. Abaixo, veja as cláusulas que garantem direitos específicos aos colegas e já constam no ACT que tem vigência até 31 de agosto deste ano: Suspensão das metas: suspensão das metas por 30 dias para trabalhadores que retornarem de afastamentos superiores a 180 dias por motivos de saúde, doença ou licença-maternidade. Isenção da coparticipação: isenção da coparticipação no plano de saúde para Pessoas com Deficiência (PcDs) que estiverem na ativa. Bolsas de estudo: 2,5 mil bolsas de estudo de até R$ 819,99, ou 50% da mensalidade. R$ 1.000,00 para 1ª graduação. R$ 1.400,00 para 1ª pós-graduação. R$ 100,00 para 1ª especialização MBA Estabilidade pré-aposentadoria: aos homens que trabalharam 25 anos e às mulheres que trabalharam 21 anos no Santander, é garantida a estabilidade ao emprego nos dois anos imediatamente anteriores à aposentadoria. É necessário estar empregado nos 24 meses anteriores à aquisição do direito. Informar por escrito ao RH do Santander todo o tempo de contribuição anterior ao contrato de trabalho vigente, comprovando-o em até 30 dias. PPRS: Pagamento baseado no lucro líquido e patrimônio líquido. Crédito em fevereiro de 2025. Validade e abrangência: seus direitos terão validade de 1º de setembro de 2024 a 31 de agosto de 2026, para todos os bancários do Santander, em todo território nacional. Ataques: os trabalhadores do Santander estão sofrendo uma série de ataques por causa da reforma trabalhista, como fraudes na contratação e práticas que enfraquecem a organização dos trabalhadores. Este Acordo Coletivo de Trabalho é fundamental para garantir uma série de direitos que resultam em melhores condições de trabalho. Parcelamento do adiantamento das férias: parcelamento em três vezes do salário adiantado por ocasião das férias. Esta opção deve ser indicada pelo trabalhador. Abonos para internação hospitalar: 2 dias ao ano de ausência (internação e seguinte) para internação de filho ou filha menor de 18 anos solteiro(a). Filho(a) com deficiência dispensa limite máximo de idade de 18 anos. Ausência no trabalho para empregados com deficiência, quando houver necessidade de comparecer em locais ou serviços de aquisição, conserto ou reparo de ajudas técnicas*. *Conforme Decreto Lei 5.296, de dezembro de 2004. Licença para acompanhar casos de saúde: 30 dias por ano de licença não remunerada para acompanhamento hospitalar ou doença grave de cônjuge, e parentes de primeiro grau e por afinidade. Relação homoafetiva estável garante o mesmo direito. Durante a licença, os empregados seguirão recebendo vale-alimentação e vale-refeição. Violência contra a mulher: o Santander deverá dar ampla divulgação do canal de atendimento de violência contra a mulher, que deverá ser acessível 24 horas por dia, com apoio pessoal, realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. A empregada vítima de violência doméstica poderá solicitar transferência de local de trabalho e, até mesmo, trabalho remoto. Pausa para Amamentação: dois descansos de meia hora cada, ou um descanso de uma hora por dia, durante a jornada, para empregada com filho(a) em idade de amamentação, até completar 12 meses de idade. O descanso poderá ser estendido se for comprovada a necessidade de continuar a amamentação. O pai ou a mãe poderão substituir as pausas para amamentação por 18 dias corridos de licença. A redução de jornada* poderá ser substituída por 18 dias corridos de licença, que poderão ser usufruídos pela mãe ou pelo pai. *Entre o início do 7º e o término do 12º mês de idade da criança Doenças crônicas, degenerativas e Aids: política sobre Aids será definida pela comissão paritária entre Santander e trabalhadores. O Santander irá custear 50% dos custos de medicação para doenças crônicas, degenerativas e Aids, em caso de incapacidade econômica dos empregados assistidos pela Cabesp. Licença-adoção: licença maternidade ou paternidade de 120 (cento e vinte dias) na adoção de filhos. Relação homoafetiva estável garante a licença (se comprovada por lei). Após, houve debate entre os participantes, que puderam tirar suas dúvidas com os dirigentes. Um dos questionamentos foi o da colega Bruna Bettoni Pires, que perguntou sobre a questão de ajuda de custo para despesas com energia e internet pessoal pra quem trabalha externo, nas plataformas. A dirigente Francielli esclareceu a colega explicando que, “na CCT, está prevista uma ajuda de custo de R$1.134,60 reais uma vez por ano para estes trabalhadores. Trata-se da Cláusula 71 da Convenção Coletiva de Trabalho.” No entanto, para fazer valer este direito, deve ter um aditivo assinado no contrato de trabalho em que caracteriza o trabalho como teletrabalho ou trabalho remoto. Ao final, o coordenador geral da Federação, Marco Silvano, enfatizou sobre a importância dos colegas acreditarem na luta e na capacidade da categoria bancária de fazer mobilização e organização. “Muitos dos nossos direitos só existem na nossa categoria justamente pela capacidade de organização e luta que os bancários têm a nível nacional.” A próxima etapa deste processo de diálogo sobre a minuta do ACT do Santander será feita na 28ª Conferência Estadual dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Santa Catarina, que acontece de 24 a 26 de abril, em Fraiburgo. Confira o calendário das próximas Plenárias Estaduais: 07/04 às 18h30 - Banrisul 08/04 às 19h - Banco do Brasil 09/04 às 19h - Caixa Econômica Federal 10/04 às 18h – Bradesco
- Dia Mundial da Saúde e a Categoria Bancária: o lucro não pode custar a vida
Celebrado em 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde, criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é um momento global de reflexão sobre a qualidade de vida e o bem-estar físico, mental e social. Quando trazemos essa reflexão para a realidade da categoria bancária, o debate ganha contornos urgentes. Afinal, como falar de saúde integral em um dos setores que mais adoece seus trabalhadores no Brasil? A OMS define saúde não apenas como a ausência de doenças, mas como um estado de completo bem-estar. No entanto, o cotidiano das agências e dos departamentos bancários frequentemente caminha na direção oposta, exigindo um debate franco sobre as condições de trabalho na era do sistema financeiro digital. A Epidemia Invisível: saúde mental e pressão O adoecimento mental é, hoje, o principal vilão da saúde do bancário. A rotina da categoria é marcada por uma cobrança implacável por resultados. O modelo de gestão baseado em metas abusivas e, muitas vezes, no assédio moral institucionalizado, tem gerado uma verdadeira epidemia de estresse crônico, ansiedade, depressão e Síndrome de Burnout. O medo constante da demissão, a sobrecarga gerada pela redução dos quadros de funcionários e a concorrência interna estimulada pelas instituições transformam o ambiente de trabalho em uma panela de pressão. O resultado se reflete nas tristes estatísticas do INSS, onde os bancários figuram sistematicamente entre as categorias que mais demandam afastamentos por transtornos psiquiátricos. O Corpo que Padece: LER/DORT e o sedentarismo Se a mente adoece, o corpo também sofre as consequências. Embora a tecnologia tenha mudado a forma como o trabalho é feito, as Lesões por Esforço Repetitivo e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT) continuam sendo uma realidade dura para a categoria. Longas jornadas sentados em frente aos computadores, mobiliário nem sempre adequado e movimentos repetitivos desgastam a saúde física do trabalhador. A dor crônica passa a ser uma companheira indesejada, limitando não apenas a capacidade produtiva, mas a qualidade de vida pessoal e familiar. O Impacto da Digitalização e do Teletrabalho Com o avanço da digitalização e a popularização do teletrabalho ( home office ), surgiram novos desafios. A fronteira entre o horário de trabalho e o tempo de descanso tornou-se turva. A "hiperconexão" — a sensação de precisar estar sempre disponível no WhatsApp, e-mail ou sistemas do banco — impede o verdadeiro desligamento, fundamental para a recuperação física e mental. O "direito à desconexão" tornou-se uma pauta central de saúde pública e sindical para proteger o bancário da exaustão digital. A Saúde Como Prioridade Inegociável Neste Dia Mundial da Saúde, é preciso lembrar que a responsabilidade por um ambiente de trabalho saudável é, antes de tudo, do empregador. Os bancos, que batem recordes de lucratividade ano após ano, têm o dever de garantir que essa riqueza não seja construída sobre o adoecimento de quem a produz. Algumas medidas são urgentes e inegociáveis: • Fim das metas abusivas: Implementação de modelos de cobrança humanizados e factíveis. • Combate rigoroso ao assédio moral: Canais de denúncia eficientes e transparentes. • Respeito à jornada de trabalho: Garantia do direito à desconexão, especialmente no teletrabalho. • Apoio real: Programas efetivos de acolhimento psicológico e prevenção de doenças ocupacionais. A saúde é o nosso bem mais precioso. Que a data sirva para fortalecer a conscientização individual sobre a importância do autocuidado, mas, acima de tudo, para reforçar a luta coletiva da categoria bancária por condições dignas. Afinal, a vida vale muito mais do que qualquer meta.
- Começou a votação do segundo turno das eleições da Funcef
Vote 100 (Jair Ferreira), para diretoria de Benefícios; 200 (Selim Oliveira e Ana Carolina), para o conselho Deliberativo; e 300 (Jesse Krieger e João Delibaldo), para o conselho Fiscal A votação do segundo turno das eleições da Funcef começou nesta segunda-feira (6) e segue até quinta-feira (9). A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) reafirma seu apoio às candidaturas de Jair Ferreira (100) para a Diretoria de Benefícios, Selim Oliveira e Ana Carolina (200) para o Conselho Deliberativo, e Jesse Krieger e João Delibaldo (300) para o Conselho Fiscal no segundo turno das eleições da Fundação dos Economiários Federais (Funcef). Como votar A votação ocorre por meio dos canais eletrônicos disponibilizados pela Funcef para os participantes (para votar acesse: Autenticação - Auto Atendimento Web ). A orientação da Contraf-CUT é que os participantes votem nos seguintes candidatos: ➡️ 100 – Jair Ferreira, para Diretor de Benefícios ➡️ 200 – Selim Oliveira (titular) e Ana Carolina (suplente), para o Conselho Deliberativo ➡️ 300 – Jesse Krieger (titular) e João Delibaldo (suplente), para o Conselho Fiscal Vote com consciência O resultado da votação pode ter relação direta com a qualidade de vida das empregadas e empregados após a aposentadoria. Por isso, o voto não deve ser por impulso. É preciso analisar com cuidado para ver quem realmente está preparado para defender os participantes dos fundos de pensão. Por isso, a Contraf-CUT apoia o grupo Participantes Funcef, que representa a continuidade de uma gestão comprometida com resultados concretos e com a defesa dos interesses dos participantes e assistidos. Defesa dos participantes e resultados concretos A atual gestão vinculada ao movimento Participantes Funcef tem apresentado avanços importantes para o equilíbrio dos planos e para a melhoria das condições dos participantes. Entre os resultados recentes apontados estão o equilíbrio financeiro dos planos pela primeira vez desde 2017, avanços na rentabilidade dos investimentos e a redução de cobranças extraordinárias. Os dados mostram que: Os planos alcançaram equilíbrio financeiro após anos de déficits; Houve rentabilidade superior a 13% nos planos CD; Foram realizados R$ 12,3 bilhões em investimentos, com crescimento significativo; Foram recuperados R$ 129 milhões em créditos; Houve mais de R$ 8 bilhões pagos em benefícios em 2025; Foi garantido o fim da contribuição extraordinária sobre o 13º a partir de 2026. Esses resultados demonstram a importância de manter na governança da fundação representantes comprometidos com a transparência, o equilíbrio atuarial e a defesa do patrimônio coletivo dos participantes. Representação dos participantes Os representantes eleitos têm papel fundamental na fiscalização e nas decisões estratégicas da fundação. A Diretoria de Benefícios é responsável pela gestão dos planos e pelo relacionamento com os participantes. Já o Conselho Deliberativo é o principal órgão de decisão da Funcef, definindo políticas e diretrizes da fundação. O Conselho Fiscal, por sua vez, exerce o papel de fiscalização da gestão e das contas da entidade. Para a Contraf-CUT, fortalecer a presença de representantes comprometidos com os participantes nesses espaços é essencial para garantir que a fundação continue avançando na recuperação financeira dos planos e na proteção dos direitos de empregados ativos, aposentados e pensionistas da Caixa. Fonte: Contraf-CUT
- Documentos das Plenárias Virtuais e da 28ª Conferência Estadual dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Santa Catarina
Documentos Banco do Brasil Documentos Banrisul Documentos Bradesco Documentos Caixa Documentos Itaú-Unibanco Documentos Santander Material de apoio
- CEE e Caixa debatem melhorias no canal de atendimento às vítimas de violência doméstica
Melhorar a divulgação dos canais de atendimento e garantir que não haja perda de rendimento/função em casos de transferência estão entre os pontos a serem melhorados; CEE também cobrou respostas sobre Super Caixa e avisou que vai mobilizar empregados e tomar medidas sindicais e outras cabíveis Veja o resumo do que você vai ler no texto Contraf-CUT cobra da Caixa dados sobre o canal Acolhe, de apoio a mulheres vítimas de violência doméstica. CEE também exige informações sobre o Diálogo Seguro, canal para denúncias de assédio e discriminação no trabalho. Representação dos empregados pede ampliação da divulgação dos dois canais. Contraf-CUT pede divulgação do canal sindical “Basta! Não Irão nos Calar”, que oferece acolhimento e apoio jurídico às trabalhadoras. Caixa informa que ainda analisa casos de empregados que não receberam a premiação do Super Caixa. CEE propõe nova mesa até 8 de abril para discutir regras do programa em 2026. Para pendências de 2025, representantes indicam possibilidade de mobilização sindical e outras medidas. Banco prevê início da vacinação contra gripe até o fim de abril, podendo antecipar. Caixa admite erro no Informe de Rendimentos do IR, mas ainda não informou prazo para correção. CEE cobra mesas de negociação mais frequentes, para tratar de temas pendentes da categoria. Leia a íntegra do texto A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa se reuniu nesta terça-feira (31) com a direção do banco, por videoconferência, para discutir políticas de combate à violência contra mulheres, casos de assédio no ambiente de trabalho e outras demandas da categoria. A reunião ocorreu após cobrança da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) para que a Caixa apresentasse dados sobre o canal de atendimento às empregadas vítimas de violência doméstica, conforme previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários. Na Caixa, o canal de apoio recebe o nome de Acolhe, voltado ao atendimento de empregadas em situação de violência doméstica e familiar. Durante a reunião, o banco apresentou dados sobre o funcionamento da ferramenta. Segundo as informações apresentadas, o canal registrou 102 acionamentos em 2025, dos quais 25 resultaram na adesão à jornada de acolhimento e 12 levaram à aplicação de medidas protetivas. A CEE também cobrou informações sobre o Diálogo Seguro, canal destinado ao acolhimento e orientação de trabalhadores em casos de assédio moral, assédio sexual ou discriminação no ambiente de trabalho. Para a representante da Federação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetrafi/NE), Cândida Fernandes (Chay), a discussão é fundamental diante da gravidade do tema no país. “Infelizmente vivemos em um país que ocupa uma posição vergonhosa no ranking de violência contra mulheres. Debater esse tema nas mesas de negociação é fundamental para que possamos avançar em políticas efetivas de proteção e acolhimento às trabalhadoras”, afirmou. “A mesa com a Caixa não foi de negociação, mas de reflexão e principalmente um ato de respeito com as mulheres, especialmente no seu ‘lugar de fala’. Ontem, somente elas fizeram o uso da palavra e debateram sobre os programas internos de apoio à mulher dentro da instituição. Nós, homens, respeitosamente, apenas ouvimos, sem nenhuma intervenção. Deram um show de organização e mostraram o quanto ainda precisamos avançar para lhes dar o devido valor, e evoluirmos como seres ‘civilizados’, como homens e como sociedade.” Essa foi a avaliação do representante de SC na Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Edson Heemann. Ampliação da divulgação dos canais Os representantes dos empregados reconheceram a importância dos canais apresentados, mas reforçaram a necessidade de ampliar a divulgação entre os trabalhadores. A representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP), Luiza Hansen, destacou que muitas trabalhadoras ainda desconhecem os mecanismos de apoio existentes. “É fundamental ampliar a divulgação desses canais. Muitas colegas não sabem que têm esse suporte e acabam enfrentando essas situações sozinhas. Quanto mais informação chegar à base, maior será a possibilidade de acolhimento e proteção”, ressaltou. A CEE reconheceu o trabalho que vem sendo realizado pela Caixa, mas avalia que é preciso realizar algumas melhorias nas ferramentas utilizadas e nas normas estabelecidas. “É preciso garantir que as empregadas não serão prejudicadas”, disse a representante da Fetrafi/RS, Sabrina Muniz. “A mulher já está passando por uma situação que é, muitas vezes, desesperadora, e ela pode acabar optando por ser transferida, mesmo sem função, para fugir da situação de risco. A Caixa precisa garantir que a mulher não seja ainda mais prejudicada nesse processo de violência. Pra isso, o banco precisa melhorar a norma estabelecida para que ela não seja, mais uma vez, prejudicada por causa de uma violência que sofreu”, completou. Durante a reunião, a CEE também reforçou a importância do canal “Basta! Não Irão nos Calar”, mantido pela Contraf-CUT e por sindicatos da categoria. O canal oferece acolhimento às mulheres vítimas de violência e pode ser utilizado também por quem prefere não recorrer aos canais institucionais do banco. A ferramenta sindical oferece apoio psicológico e também assessoria jurídica, algo que não é disponibilizado nos canais internos da Caixa. Para a representante da Fetec-CUT/PR, Samanta Almeida, a existência de alternativas é fundamental para ampliar a rede de proteção. “O canal Basta é um instrumento importante para as trabalhadoras que não se sentem confortáveis em buscar apoio diretamente na empresa. Ele garante acolhimento e também orientação jurídica, ajudando muitas mulheres a romper o ciclo da violência”, explicou. Veja como acessar os canais Acolhe Telefone (61) 3545-1500 (de segunda a sexta, em dias úteis, das 9h às 18h)Canal de atendimento de Pessoas (canal interno, onde o(a) empregado(a) pode registrar solicitações ou dúvidas).Sou Caixa – Web (não tem característica de urgência/emergência – para estes casos, o banco recomenda ligar para 190 – Polícia Militar, ou para 180). Diálogo Seguro Acolhimento interno: Atendimento de PessoasAcolhimento externo: 0800 591 2563Canal Mulher Caixa: Acolhimento da Mulher Basta! Não irão nos calar! (canais dos sindicatos, em parceria com a Contraf-CUT) São Paulo, Osasco e Região, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (11) 97325-7975; Piracicaba e Região, canal SindBan Acolhe, que atende via telefone (19) 3417-1333; Campinas e Região, canal Mulher não se cale!, que atende via WhatsApp (19) 99814-6417; Brasília, canal Viva Sem Violência, que atende via WhatsApp (61) 9292-5294; Pernambuco, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (81) 97347-3585; Paraíba, canal Basta de Violência Doméstica contra Mulher, que atende via WhatsApp (83) 9123-9845; ABC Paulista, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (11) 98244-1637; Rio de Janeiro, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (21) 2103-4128; Porto Alegre e Região, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (51) 97401-0902; Rondônia, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (69) 9214-0464;11. Catanduva e Região, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (11) 99591-7733;12. Jundiaí e Região, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (11) 99591-7733;13. Pará, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (91) 9257-5443;14. Curitiba, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (41) 99279-7848. Casos de violência e assédio no trabalho A representante da Fetec-CUT/CN, Tatiana Oliveira, também destacou a importância de acompanhar a efetividade dos canais e dos procedimentos adotados pela empresa. “Precisamos conhecer os dados e entender como esses casos estão sendo tratados na prática. Só assim conseguimos avaliar a efetividade das políticas de enfrentamento à violência e ao assédio dentro do banco”, afirmou. Sabrina Muniz ressaltou a importância de transformar os dados em políticas concretas de prevenção. “É importante termos transparência sobre os casos e os encaminhamentos, porque essas informações ajudam a orientar políticas de prevenção e conscientização dentro do banco”, disse. Super Caixa segue sem solução Outro tema debatido na reunião foi o pagamento da premiação do Super Caixa. Muitos empregados relataram não ter recebido o benefício. A Caixa informou que ainda existe um comitê analisando os casos enviados pelas entidades e pelos próprios trabalhadores, e que as situações seguem em avaliação. A CEE afirmou que está disposta a discutir soluções para o SuperCaixa 2025 e regras para o Super Caixa 2026, propondo a realização de uma mesa específica sobre o tema até o dia 8 de abril. No entanto, em relação às pendências referentes ao Super Caixa 2025, a representação dos trabalhadores afirmou que irá mobilizar a categoria e adotar as medidas sindicais e outras ações cabíveis. “Desde o início, procuramos a Caixa para negociar o regulamento. Como o banco se manteve intransigente, tentamos que as distorções fossem corrigidas, o que a Caixa sinalizou que poderia fazer. Mas este ponto acabou não avançando também. Por isso, nesta reunião deixamos claro para o banco que vamos mobilizar as empregadas e empregados”, disse Luiza Hansen. >>>>> Leia mais sobre o Super Caixa ainda nesta semana no site da Contraf-CUT Vacinação e erro no Informe de Rendimentos Os representantes dos empregados também cobraram informações sobre o calendário de vacinação contra a gripe (Influenza) para os trabalhadores da Caixa. Segundo o banco, o processo de contratação das empresas responsáveis pela campanha está em fase final, com previsão de início até a última semana de abril, podendo haver antecipação. Outro tema tratado foi o erro no Informe de Rendimentos utilizado na declaração do Imposto de Renda. A Caixa reconheceu que houve inconsistências nos dados e informou que já comunicou os empregados sobre o problema. No entanto, o banco afirmou que ainda não tem previsão de quando os informes corrigidos serão disponibilizados e que avisará a Contraf-CUT sobre a solução do problema. CEE cobra mais mesas de negociação Durante a reunião, os representantes dos trabalhadores também cobraram maior frequência nas mesas de negociação, para tratar de diversos temas que seguem pendentes.Entre os assuntos apontados estão: Situação pendente referente a função de caixa; Premiação do Super Caixa; condições de trabalho das pessoas com deficiência (PCDs); Saúde Caixa; Campanha de vacinação contra a gripe; Reposicionamento e fechamento de unidades; Projeto Genesis (contact center); Implantação das plataformas PJ e impactos na rede e infraestrutura; Entrada em vigor da nova NR-1, com mudanças nas normas de saúde e segurança no trabalho; Debate sobre um novo plano de cargos e salários. A CEE reforçou que esses temas impactam diretamente o cotidiano dos trabalhadores e precisam avançar nas mesas de negociação com a empresa. Fonte: Contraf-CUT, com edição de Fetrafi-SC
- Inscrições para as Plenárias Virtuais
⚠️ Atualização da Minuta de propostas e reivindicações 🚨 Fique atento! Após inscrever-se verifique a sua caixa de e-mails. Você receberá uma mensagem informando a confirmação da inscrição e o link de acesso à Plenária Virtual. Acesse aqui os documentos específicos de cada banco Plenária Virtual dos Trabalhadores do Itaú 🗓️ Dia 31 de março, terça-feira 🕖 Às 19h 📲 Via Zoom Para participar é necessário fazer inscrição usando o link abaixo: https://us02web.zoom.us/meeting/register/-huepAHrRS-V_u6RWMpN3w Plenária Virtual dos Trabalhadores do Santander 🗓️ Dia 6 de abril, segunda-feira 🕖 Às 18h30 📲 Via Zoom Para participar é necessário fazer inscrição usando o link abaixo: https://us02web.zoom.us/meeting/register/nVJCFFDrTkaNCMFNfWTXKQ Plenária Virtual dos Trabalhadores do Banrisul 🗓️ Dia 7 de abril, terça-feira 🕖 Às 18h30 📲 Via Zoom Para participar é necessário fazer inscrição usando o link abaixo: https://us02web.zoom.us/meeting/register/x6HYJ8dNQ36lqxIDHBQWdA Plenária Virtual dos Trabalhadores do Banco do Brasil 🗓️ Dia 8 de abril, quarta-feira 🕖 Às 19h 📲 Via Zoom Para participar é necessário fazer inscrição usando o link abaixo: https://us02web.zoom.us/meeting/register/RlYW_YhNQRaQyttzzc8fgA Plenária Virtual dos Trabalhadores da Caixa 🗓️ Dia 9 de abril, quinta-feira 🕖 Às 19h 📲 Via Zoom Para participar é necessário fazer inscrição usando o link abaixo: https://us02web.zoom.us/meeting/register/Fd-gOyahQ7ms0kOG-_AyVg Plenária Virtual dos Trabalhadores do Bradesco 🗓️ Dia 10 de abril, sexta-feira 🕖 Às 18h 📲 Via Zoom Para participar é necessário fazer inscrição usando o link abaixo: https://us02web.zoom.us/meeting/register/CrSiEbVzTheyWLT8RMRs0A
- Fetrafi-SC realiza Plenária virtual com trabalhadores do banco Itaú
Fechamento de agências e GERA foram os principais temas debatidos entre os colegas Na noite desta terça-feira, 31, a Fetrafi-SC realizou uma Plenária virtual com os trabalhadores do banco Itaú com o objetivo de atualizar a minuta de propostas e reivindicações dos colegas. A coordenação da atividade foi feita pelos representantes de Santa Catarina na Comissão de Organização dos Empregados (COE) Itaú, Maria Cristina Burkard (Sintrafi Floripa) e Ricardo Daniel (Seeb Araranguá). Um dos temas mais debatidos foi o GERA (Gestão e Avaliação de Desempenho), que é o programa de metas e remuneração variável do banco Itaú, utilizado para avaliar funcionários e definir bônus. O movimento sindical tem criticado muito o programa devido à alta pressão por resultados, penalizações indevidas em casos de reclamações consideradas improcedentes, dificuldades no acompanhamento das metas, falhas na ferramenta “Fale com o GERA” e cobranças consideradas desproporcionais nas agências. Além disso, há problemas na remuneração variável, que está congelada há mais de dez anos, apesar do aumento das metas e da complexidade das funções. Para tentar solucionar os problemas do GERA atendendo às demandas dos trabalhadores, uma das ações sindicais será monitorar a implementação das metas trimestrais do programa e seus impactos nos funcionários e cobrar do banco melhorias no canal "Fale com GERA". Na pauta referente ao fechamento de agências, os dirigentes sindicais irão intensificar as campanhas nacionais contra esta prática do banco para tentar evitar o aumento de demissões e o assédio moral nas agências. Sobre isso, o dirigente Ricardo Daniel destacou sua preocupação com o fechamento de agências, que totalizaram 250 no último ano, além da previsão de mais 189 até maio deste ano. Também foi falado sobre o monitoramento dos novos programas do banco relacionado à promoção de saúde e o levantamento do público-alvo que o banco está chamando para avaliação médica. Além disso, os representantes dos trabalhadores se comprometeram a obter parecer jurídico sobre as práticas de demissões de trabalhadores afastados por problemas de saúde para confrontar o banco com dados concretos. A dirigente Maria Cristina Burkard enfatizou que a COE seguirá denunciando as práticas abusivas relacionadas ao GERA, como exposição de rankings nas agências. Além disso, os dirigentes sindicais irão pressionar o Itaú para o retorno de vigilantes nas agências, lutar contra a terceirização nas áreas de tecnologia do Itaú e cobrar a manutenção de agências em áreas onde a população precisa de atendimento bancário. Como pautas mais gerais, o Coletivo Nacional de Saúde irá retomar o debate sobre a cartilha de fluxo de afastamento, enquanto o Comando Nacional dos Bancários irá usar a NR1 para fiscalizar, autuar e cobrar medidas efetivas de erradicação dos riscos psicossociais. As pautas sobre saúde ocupacional, emprego, remuneração, assistência médica e segurança bancária serão ratificadas na Conferência Nacional dos Bancários. As considerações feitas durante o debate serão levadas para a 28ª Conferência Estadual dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Santa Catarina, que acontece de 24 a 26 de abril, em Fraiburgo. Confira o calendário das próximas Plenárias Estaduais: 06/04 às 18h30 - Santander 07/04 às 18h30 - Banrisul 08/04 às 19h - Banco do Brasil 09/04 às 19h - Caixa Econômica Federal 10/04 às 18h – Bradesco











