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Conferência estadual dos trabalhadores do ramo financeiro terá a presença de Paulo Nogueira Batista

O economista Paulo Nogueira Batista Jr estará presente na 22ª Conferência estadual dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Santa Catarina, que acontece de forma on-line, neste sábado, dia 4 de julho. O tema central será o debate em torno da Campanha Nacional 2020 da categoria.


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Batista Jr foi diretor executivo pelo Brasil e outros países no FMI entre 2007 e 2015, e vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS, em Xangai, de 2015 a 2017. Além disso, é autor de livros da área de economia.

Na conferência deste sábado, o economista irá apresentar um diagnóstico do cenário econômico do País a partir das políticas implementadas por Jair Bolsonaro e seu ministro Paulo Guedes.


Na avaliação do coordenador da secretaria geral da Federação dos Trabalhadores em Instituições Financeiras de Santa Catarina (Fetrafi/SC), Jacir Zimmer, o debate será fundamental para entender os desafios que os bancários e financiários estão enfrentando e terão de enfrentar mesmo após a pandemia.


Para o dirigente, a crise sanitária e econômica que o Brasil atravessa transformou-se numa janela de oportunidade para que multimilionários aumentem ainda mais seus lucros com a retirada de direitos dos trabalhadores, a precarização das condições de trabalho e venda do patrimônio público nacional. Por isso, diz ele, todos aqueles que atuam no ramo financeiro precisam estar presentes nesta luta, comprometidos na mobilização e com o fortalecimento das negociações que serão realizadas em breve, dentro da Campanha Nacional deste ano.


“Todos os bancários e bancárias de Santa Catarina estão sendo chamados para participar do debate, neste sábado, dia 4. Somente o movimento organizado será capaz de enfrentar com força os banqueiros e a tragédia que está sendo o desgoverno Bolsonaro”, destaca Jacir.


Saiba mais: Paulo Nogueira Batista Jr


Economista, foi diretor executivo pelo Brasil e outros países no FMI entre 2007 e 2015, e vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS, em Xangai, de 2015 a 2017.


Anteriormente, foi secretário especial de assuntos econômicos do Ministério do Planejamento em 1985-86, durante a gestão de João Sayad, e assessor para assuntos de dívida externa do ministro da Fazenda, Dilson Funaro, em 1986-87.


Chefiou o Centro de Estudos Monetários e de Economia Internacional da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro de 1986 a 1989. Foi pesquisador visitante no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo em 1996-98 e, novamente, em 2002-2004. É professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo desde 1989, de onde está atualmente licenciado.


É autor dos livros Mito e realidade na dívida externa brasileira (1983, Paz e Terra), Da crise internacional à moratória brasileira (1988, Paz e Terra), A economia como ela é … (3. ed. 2002, Boitempo) e O Brasil e a economia internacional: recuperação e defesa da autonomia nacional (2005, Elsevier).


Lançou em setembro de 2019, pela editora Casa da Palavra/LeYa, O Brasil não cabe no quintal de ninguém: bastidores da vida de um economista brasileiro no FMI e nos BRICS e outros textos sobre nacionalismo e nosso complexo de vira-lata.


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