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Fora Bolsonaro: a única saída para salvar o que resta de Brasil


“Fora Bolsonaro” foi a palavra de ordem do ato realizado na manhã desta quinta-feira (21) em frente à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A manifestação na capital catarinense fez parte de um conjunto de ações realizadas no Brasil todo, ao mesmo tempo em que mais um pedido de impeachment de Jair Bolsonaro era entregue à Câmara dos Deputados.


Em Florianópolis, o ato contou com a participação de dirigentes sindicais da CUT, CTB, CSP Conlutas e Intersindical, além de representantes de diversas categorias de trabalhadores. Todos usaram máscara e mantiveram o distanciamento recomendado pelos especialistas de saúde.

O documento protocolado em Brasília foi assinado coletivamente por 400 organizações da sociedade civil, além de juristas, intelectuais e artistas, os partidos PT, PCdoB, PSOL, PSTU, PCB, PCO e UP. O pedido é para abertura imediata do processo de afastamento de Bolsonaro da presidência da República.


Lista de acusações é extensa


O presidente Jair Bolsonaro é acusado de cometer crimes de responsabilidade, incluindo atentado à saúde pública e risco à vida do povo brasileiro, por sua conduta irresponsável à frente do enfrentamento do Covid-19, que já levou à morte de quase 19 mil brasileiros e infectou pelo menos 291.579 pessoas no País.


Além disso, Bolsonaro também é acusado de estimular atos contra a democracia, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, atentar contra a imprensa brasileira, estimulando atos de violência física e verbal contra jornalistas.


Bolsonaro também é denunciado por violar a Constituição Federal, cometendo crimes de responsabilidade contra o livre exercício dos poderes Legislativo e Judiciário e dos poderes constitucionais de estados e municípios, além de crimes de responsabilidade contra o livre exercício dos direitos políticos, individuais e sociais, e crimes contra a probidade administrativa.


E a lista não termina por aí…


Também estão entre os argumentos para a abertura do processo de impeachment por crime de responsabilidade, os discursos do presidente contra o STF, a convocação de empresários para a “guerra contra governadores” à frente da pandemia do coronavírus, o bloqueio da compra de respiradores e outros equipamentos de saúde por estados e municípios, o apoio à milícia paramilitar chamada “300 do Brasil”, incitação de sublevação das Forças Armadas contra a democracia, além de pronunciamentos e atos durante a pandemia que configuram crimes contra a saúde pública.


Por fim, o pedido também inclui no rol de crimes do presidente da República a interferência nas investigações da Polícia Federal no Rio de Janeiro, a falsificação da assinatura de Sérgio Moro na exoneração do ex-diretor-geral da PF Maurício Valeixo e as declarações feitas durante a reunião ministerial de 22 de abril.


Pressão popular fará a diferença


O povo está impedido de ir às ruas devido à pandemia de coronavírus. Neste caso, a pressão deve ser feita por meios alternativos, como as redes sociais.


Os brasileiros precisam demonstrar sua insatisfação com este governo do horror, do ataque às instituições, às pessoas e aos direitos dos trabalhadores. Um governante que recebeu o título de pior líder mundial no combate ao coronavírus, causando um vexame internacional sem precedentes na história do País.


Esta pressão precisa ser sentida pelo presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM), responsável por dar início ao processo de afastamento de Bolsonaro da presidência da República.




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