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Nota de esclarecimento a respeito das remoções realizadas pelo Banco do Brasil


A direção da Federação dos Trabalhadores em Instituições Bancárias (Fetrafi-SC), por intermédio dos sindicatos filiados, tem recebido nos últimos dias uma série de relatos dos trabalhadores e trabalhadoras do Banco do Brasil a respeito de remoções para outros municípios. Em alguns casos, a distância é de aproximadamente 100 quilômetros do local de origem. Tais medidas, implementadas sem um planejamento adequado, estão causando diversos transtornos para estes funcionários.


Cabe esclarecer que as remoções efetuadas pelo Banco do Brasil em Santa Catarina são de definição exclusiva da gestão do banco, e, diferentemente das alegações feitas pelos gestores da instituição junto aos trabalhadores e representantes sindicais, a medida não encontra amparo no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2018-2020. Os sindicatos, federações e Confederação não pactuaram no ACT qualquer redação referente à critérios de remoção, mas, sim, de benefícios para quem for removido do local de trabalho, o que pode ser verificado na cláusula 44 do ACT 2018-2020.


A Fetrafi-SC considera imprescindível que seja levada em consideração para as remoções no Estado, uma série de fatores que impactam diretamente na vida dos funcionários do Banco do Brasil, como a incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) em 2009, a extinção e a centralização de diversas unidades de apoio e a reestruturação em outras, com redução de postos de trabalho, além do fechamento de diversas agências.


A situação tem gerado, inclusive, uma série de questionamentos quanto aos critérios na definição dos escolhidos para as remoções e quais as razões para que as transferências não ocorram para a unidade indicada pelo próprio funcionário. Embora exista a necessidade de adequações, a Fetrafi-SC considera que a simples movimentação de funcionários apenas irá transferir o problema de um local para outro, gerando insatisfação e descontentamento.


Diante da importância da atuação do Banco do Brasil para o desenvolvimento da economia catarinense, a solução deve considerar a realização de concurso público e de programas de incentivo, promovendo a ascensão profissional com o natural preenchimento destes cargos. Como resultado, será possível ampliar a atuação do banco frente à um cenário de novas tecnologias, melhorando a estrutura de atendimento e oferta de serviços.



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